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terça-feira, junho 08, 2010

Cegueira coletiva: súmula confessa pênalti não marcado

Ainda a expulsão de Edu Dracena e de Jonas no jogo Santos x Grêmio pela Copa do Brasil 2010.
O resultado o julgamento no STJD reacende a histórica e palpitante desigualdade de tratamento entre os times do Rio de Janeiro e de São Paulo e os do Sul do Brasil. Com flagrante e contundente desvantagens para os sulistas.
Muitos evitam comentar o assunto, pois, imediatamente, aparecem os acusadores de teoria da conspiração.

Contrário à corrente conformista, nosso leitor Carlos Magno nos reclama manifestação, resumidamente, com o seguinte texto, no qual flagra o pênalti não marcado:


Senhores: Duas questões que ninguém respondeu:
1) Dar um tapa na nuca, com a bola em movimento, gerador de expulsão é pênalti?????????????
2) Se o juiz viu o fato assim, descreveu assim, na súmula, e não marcou o pênalti não é erro de direito?

Vejamos como a súmula foi relatada na imprensa em notícia publicada pelo clicrbs:


Constava na súmula de Santos 3x1 Grêmio, pela semifinal da Copa do Brasil, que, aos 42 minutos do segundo tempo, dentro da área defendida pela equipe da Vila Belmiro, enquanto a bola estava em jogo, Edu Dracena deu um tapa na nuca de Jonas. No mesmo momento, o atacante tricolor revidou com outro tapa, este no rosto do santista. Edu Dracena, por sua vez, pegou um jogo.
Os dois foram expulsos de campo, com cartão vermelho direto, e responderiam por praticar agressão física – artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que poderia punir com quatro a 12 partidas de suspensão. Porém, as defesas dos jogadores conseguiram desclassificar a infração para um artigo mais brando (ato hostil).
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/dsm/19,0,2923303,Jonas-e-suspenso-no-STJD-e-desfalca-o-Gremio-em-dois-jo
Outro relato, agora no site notícias da Justiça Desportiva: 


Grêmio perde Jonas e R. Marques
Jogadores são suspensos pelo STJD por expulsões na Copa do Brasil; Edu Dracena joga finalíssima
JOSÉ GERALDO AZEVEDOJosé Geraldo Azevedo | A+
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Leandro Dutra/Site Justiça Desportiva
Jonas prestou depoimento no tribunal no Rio
Leandro Dutra/Site Justiça Desportiva
Rafael Marques disse que lance foi normal de jogo
O gremista Jonas e o santista Edu Dracena se estranharam durante partida entre as duas equipes, na Vila Belmiro, pela Copa do Brasil. Expulsos de campo, ambos foram a julgamento nesta terça-feira, dia 1° de junho. Em decisão da Segunda Comissão Disciplinar, os dois foram suspensos, mas o prejuízo maior foi para o gremista, que pegou dois jogos de gancho, enquanto o santista pegou apenas um.


Consta na súmula da partida que, aos 42 minutos do segundo tempo, dentro da área defendida pelo Peixe, enquanto a bola estava em jogo, Edu Dracena deu um tapa na nuca de Jonas. No mesmo momento, o atacante tricolor revidou com outro tapa, este no rosto do santista. Após o cartão vermelho direto, a Procuradoria enquadrou os atletas por “praticar agressão física”, conforme o artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
 O presidente da Segunda Comissão, Paulo Valed Perry, divergiu apenas na punição a Jonas, entendendo que o atacante do Grêmio também deveria pegar apenas um jogo, como ocorreu com o zagueiro do Santos.

A primeira questão: tecnicamente o revide é infração menor do que que a provocação do incidente. No entanto, estranhamente o Tribunal aplicou pena maior para quem simplesmente revidou.


Segunda questão: esta, flagrada somente por nosso leitor. Pela descrição do árbitro, a ação de Edu Dracena ao dar um tapa na nuca de Jones, infração de gravidade tal que o levou à expulsão direta, COM A BOLA EM MOVIMENTO, é penalidade máxima clássica, típica sem a mínima dúvida. O árbitro viu. Confessa que viu. Tanto que a descreve. No entanto, não marcou a penalidade máxima. E fica tudo por isso mesmo... A vida continua.... Nós sendo acusados de adeptos da teoria da conspiração quando é, evidente, que "nos aplicam" a todo momento. Descaradamente. E o mundo assiste a tudo em silêncio. Constrangedor.


Contra nós, fazem escândalo por um escanteio mal marcado. Pra ver a enormidade do preconceito. A nosso favor, nem um escanteio.





quinta-feira, maio 27, 2010

Grêmio: preciosa matéria sobre imprensa e arbitragem

Não deixe de ler a matéria do blog Grêmio 1983.
O que ela tem de peculiar é o levantamento objetivo realizado sobre o que vários jornalistas escreveram - ou não escreveram - sobre arbitragens em jogos nossos e do coirmão.  É pra ser CONSTRANGEDOR para os profissionais. Verdadeiro flagrante do injustificável.

http://gremio1983.blogspot.com/2010/05/arbitragens-na-imprensa.html

O supra-sumo da falta de noção é dar o mesmo destaque (senão maior) para um escanteio mal marcado em relação a um gol anulado ou a um pênalti sonegado ou um gol em completo impedimento. Repentinamente a inversão de um escanteio virou o mais grave erro de arbitragem.

Leia também:
http://gremio1983.blogspot.com/2010/05/copa-do-brasil-santos-3-x-1-gremio.html

Não podemos deixar virar rotina sem protesto.  Rotina já virou. O que não podemos é nos submeter como se fosse normal. Aliás, normal até já virou também.  Mas não é nem será justo nem correto nem honesto. Resta encontrar as armas eficazes para lutar contra a erronia.

domingo, maio 23, 2010

Presidente Kroeff: algo está errado

Presidente Kroeff:

Reconhecemos os esforços da sua gestão. Reconhecemos os acertos dela. Temos defendido das críticas injustas e, até, dos reparos simplesmente não fundamentados.

PORÉM, momentos há, nos quais é indispensável fazer uma pausa. Para repensar. Reflexão do que, entre tantos acertos, está dando errado.  Tão superlativamente errado a ponto de tragar e consumir todos os acertos. Reduzindo a pó os acertos.

Presidente: temos sido - como ovelhinhas silentes - vítimas do matadouro da arbitragem.

O jogo de ontem é exemplo irretorquível.

Primeiro, a não marcação de pênalti clássico: mão na bola visível, lance ostensivo. Dir-se-á: bem, mas isso acontece com qualquer um, lá e cá, o árbitro não deve ter visto. Tudo bem. É possível. É razoável.

Segundo: Gol do Palmeiras (o segundo), num impedimento mais do que escandaloso. Não é/foi daquelas jogadas em que se discute se estava adiantado ou não. O jogador estava corpos à frente. Ou aquela arbitragem não conhece a regra (!?). Então é inaceitavelmente incompetente. De ser eliminada da atividade.

Terceiro: Quando estava 4 x 2 e aconteceu pênalti contra nós - e o árbitro não assinalou - nos convencemos, definitivamente,  da "sacanagem".  Nada a ver um pênalti quando está 4 x 2 ( final de jogo) em relação a um pênalti quando o placar está em construção. Em relação a um impedimento também na fase de definição de jogo. Mas serve pros comentaristas isentos dizerem que o erro acontece pros dois lados.

Presidente Kroeff: náo é só isso, é claro, há mais coisas, como, por exemplo, deixar o Maylson fora do jogo, em favor de quem nada mostrou, até agora, mas a passividade diante dos erros de arbitragem é desesperadora.

O que fazer?  Não sabemos. Não é nossa especialidade. Mas sabemos que existem remédios. Os exemplos são contundentes. Clubes há contra os quais nunca acontecem erros de arbitragem (quando acontecem são em lances não decisivos). Ao contrário, sempre têm, a favor, aqueles erros definidores que dão vitórias em jogos e, especialmente, em campeonatos.

Presidente Kroeff: não vamos ensinar porque não sabemos praticar. Mas sabemos que existe. O senhor é Presidente do Grêmio. Se não sabe, se informe.

E FAÇA TODO O POSSÍVEL PARA QUE A ARBITRAGEM SEJA IMPARCIAL COM O NOSSO GRÊMIO!!!!!!!!!!!!ASSIM NÀO DÁ!!!!!!!!!!!!!!!

Começamos por aqui, porque sabemos que, de nada adianta fazer investimentos, etc. etc. etc. e ter um time superior, mas solapado pela arbitragem. Circunstancialmente, o time passa por cima. Em regra, impossível.

O candente depoimento de Hugo, no final do jogo contra o Palmeiras, até pela espontaneidade e pela anterior e continuada experiência, é dessas provas irrefutáveis.

Mais uma vez PORÉM: PRESIDENTE. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa.

Essa questão da arbitragem  não justifica os erros estratégicos e de escalação.

A primeira pode não depender - pelo menos não integralmente - de iniciativa sua, mas a segunda é de única e exlusiva responsabilidade ÚLTIMA do Presidente.

Grande abraço

Com respeito, com admiração, mas, também, com a certeza de que há mais a ser feito.

sexta-feira, abril 30, 2010

Principiante de Alagoas? Por quê?

Não costumamos descrever os jogos. Motivo: há sites e blogs de muito boa qualidade que o fazem.

Preferimos fazer registros e comentários normalmente esquecidos por outros.

Porém, impõe-se, antes de falar sobre  arbitragem, saudar a vitória do Grêmio sobre o Fluminense no Maracanã. O Grêmio começa a jogar como gostamos.

A pergunta que se impõe: qual o motivo de ser escalado para um jogo dessa importância um árbitro de um Estado, Alagoas, fora do mapa do futebol? Um principiante, inexperiente. Um árbitro sem nenhum critério para aplicação de cartões; que amarelou o time do Grêmio em faltas normais de jogo.

O que há por trás disso?

Já se lêem matérias bem escritas e bem fundamentadas a sustentar que é a preparação do caminho para tornar o Santos campeão.

Teoria da conspiração?  Não sabemos. Mas quem já deixou de ganhar inúmeros campeonatos para erros de arbitragem fica desconfiado. Só para exemplificar o mais recente. Por levantamento de jornalistas de São Paulo, o Grêmio perdeu o Brasileiro de 2008 por erros contra o tricolor gaúcho somados a erros a favor do São Paulo que acabou campeão.

Não fossem os erros apontados, o Grêmio teria sido campeão com enorme vantagem.

quinta-feira, abril 29, 2010

Ué! Arbitragem decidiu jogo?

Nós Gremistas sabemos o quanto dói perder jogo para a arbitragem. Até porque acontece, com o Grêmio, com frequência muito maior do que com outros clubes.

No Campeonato Gaúcho, por exemplo, todos os erros beneficiam sempre a um único Clube.

Nós sabemos o que é ter pênalti sonegado em Gre-nal. Só para dar um exemplo.

Aí, com empáfia de donos da verdade, eles e os isentos dizem que é choro de perdedor. Que arbitragem não decide jogo, que tem de passar por cima da arbitragem e ganhar apesar da arbitragem.

O que é o chororô com o jogo de ontem? Deu até manchete atribuindo a derrota à arbitragem.

Como é que é?

Ainda por cima sem razão. Justíssima a expulsão de Kleber. O carrinhador tinha de ter sido expulso.  Kleber "apagou um cigarro" sobre o corpo do adversário. Ademais, os juízes têm expulso, habitualmente, jogadores que "caem"com a sola sobre o corpo do adversário. Não foi caso isolado nem inédito. É critério. ( como é que é mesmo? "Fica a critério do juiz"). O carrinhador, para variar, deu um carrinho de atorar o adversário. Por condescendência do árbitro levou somente cartão amarelo.

O segundo gol foi impedido. Compensou o primeiro do Banfield anulado indevidamente. Quanto ao suposto pênalti, centenas de jogadas daquela não são punidas com pênalti, especialmente, se for em Gre-nal e o prejudicado tiver de ser o Grêmio.

Queremos arbitragem imparcial no Gre-nal!

quarta-feira, abril 28, 2010

Rescaldos do Gre-nal (4) : a violência de Alecsandro

O lance realmente violento de Alecsandro, no último Gre-nal,  foi o chute que deu em Rodrigo e que provocou cartão amarelo para ambos.  Relembrando: ainda no primeiro tempo, eles atacavam e, num rebote, pela pequena área, bola picando a uma altura que exigiu de Rodrigo erguer bastante a perna para tocá-la. No mesmo momento em que Rodrigo espantava a bola, recebia, na outra perna, chute violento de Alecsandro. Lance tão violento e grotesco que provocou, ato reflexo*, a revolta do zagueiro.

O árbitro, desproporcionalmente, deu cartão amarelo para ambos: para Alecsandro, pela falta violenta, e para Rodrigo, por ter reclamado do adversário deitado. Com dedo em riste, é verdade. ( a reclamação ameaçadora do carrinhador argentino que quase expulsou o árbitro de campo - numa das cenas mais patéticas de todos os tempos -  não mereceu igual tratamento).

O lance sobre Victor? Bem, vai, aí, malandra sutileza. E não é a primeira vez. Disputa de bola pelo alto. Victor já tinha agarrado a bola e Alecsandro, impulsionando-se, pelo ar, propositadamente deixa o braço/cotovelo para tocar o corpo do goleiro. O lance provocou o atendimento médico a Victor pela dor causada pelo impacto forte contra o corpo desprotegido.

Ou seja, um empurra Victor na saída do gol. Outro pula contra o corpo do goleiro para lesioná-lo.

E a arbitragem? Nada.

Vamos lá seu Vuaden. Olho nessas violências e malandragens. Queremos arbitragem correta e imparcial.





    • * O ato reflexo é o mais rápido mecanismo de estímulo e resposta do sistema nervoso. Ocorre quando reagimos de maneira instantânea e involuntária a estímulos ambientais .


      Prof. Janduí Amorim

terça-feira, abril 27, 2010

Rescaldos do Gre-nal (3) : A falta/empurrão sobre Victor

Durante e após o jogo, nenhum jornalista/comentarista viu (?) a falta/empurrão sobre Victor.

CEGUEIRA?

INCOMPETÊNCIA PROFISSIONAL ? EXCESSO DE ISENÇÃO ?

Alertados pela nossa matéria reproduzida por inúmeros gremistas, muitos comentaristas não puderam fazer de conta que nada acontecera.

Cacalo insistiu no tema, hoje, no Sala de Redação. Como também o fez sobre o lance assassino do carrinhador argentino, dono do juiz.

Um tanto constrangidamente, em voz baixa  e desanimada, começaram a admitir a falta. O Saraiva, na TVCom, justificou-se que, na hora do jogo estava acompanhando a bola e, por isso, não viu. Mas que, alertado, foi revisar o lance e constatou a inequívoca falta que deveria ter sido assinalada pelo juiz.

E O COMENTARISTA DE ARBITRAGEM?  FICOU ACOMPANHANDO A BOLA?

E os que criticaram Victor de ter cometido grave erro? Todos os da TV e Rádio Gaúcha e da TVCom.

Onde estão as desculpas públicas?

No mínimo, INCOMPETENTES! MISERAVELMENTE INCOMPETENTES!!!

Nós vimos o empurrão/falta no próprio lance do jogo, confirmado e reconfirmado nas reapresentações.

Passou o tempo em que essas INCOMPETÊNCIAS passavam em branco...

Próximo rescaldo: a violência impune de Alecsandro et caterva.

segunda-feira, abril 26, 2010

Rescaldo(s) do Gre-nal (2)

Muitas vezes insistimos, aqui, na necessidade de que os comunicadores tenham conhecimento das regras de futebol e não fiquem induzindo o público a erros primários.

No entanto, eles são incorrigíveis. Um deles, trabalhando na principal rede de comunicação do Sul do Brasil, insistiu, na TV, em que Guiñazu não merecera cartão amarelo porque não tocara no jogador gremista. (deveria ter sido expulso insistimos nós)

É o mesmo que sustenta que - para ser pênalti - tem de desviar a trajetória da bola - desnecessário - segundo ele - analisar a intenção do atleta, quando, na verdade, segundo a regra expressa, o pressuposto único da infração é a INTENÇÃO.

Na infração como a cometida por Guiñazu, pouco importa a intenção, como pouco importa se toca ou não no corpo do adversário. É a regra nova já vigente há alguns anos.

Sobre o tema, publicamos matéria conforme abaixo:


Está nas  "regras do jogo" de futebol:
Faltas e incorreções
As faltas e incorreções serão punidas da seguinte maneira:
Tiro livre direto
Será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes sete infrações, de maneira que o árbitro considere imprudente, temerária ou com uso de uma força excessiva:
a) dar ou tentar dar um pontapé (chute) em um adversário 
b) passar ou tentar passar uma rasteira em um adversário 
c) saltar contra um adversário. 
d) dar uma entrada ("carrinho") em um adversário.
e) agredir ou tentar agredir um adversário. 
f) empurrar um adversário
g) dar um tranco em um adversário.
Também será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes três infrações:
– segurar um adversário 
– cuspir em um adversário 
– tocar na bola com as mãos intencionalmente (exceto o goleiro dentro de sua
própria área penal). O tiro livre direto será executado do local onde ocorreu a infração (ver Regra

Infrações puníveis com uma advertência: 
Um jogador será advertido e receberá o cartão amarelo se cometer uma das seguintes sete infrações:
1. for culpado de conduta antidesportiva 
2. protestar com palavras ou ações 
3. infringir persistentemente as Regras do Jogo 
4. retardar o reinício do jogo 
5. não respeitar a distância regulamentar em um tiro de canto, tiro livre ou arremes-
so lateral 
6. entrar ou retornar ao campo de jogo sem a permissão do árbitro 
7. abandonar intencionalmente o campo de jogo sem a permissão do árbitro. 
Um substituto ou um jogador substituído será advertido e receberá o cartão
amarelo se cometer uma das seguintes três infrações: 1. for culpado de conduta antidesportiva. 2. protestar com palavras ou ações. 3. retardar o reinício do jogo.


MOTIVOS PARA RECEBER CARTÃO  VERMELHO:
Infrações puníveis com uma expulsão
Um jogador, um substituto ou um jogador substituído será expulso e receberá o cartão vermelho se cometer uma das seguintes sete infrações:
1. for culpado de jogo brusco grave. 
2. for culpado de conduta violenta. 
3. cuspir em um adversário ou em qualquer outra pessoa. 
4. impedir um gol ou acabar com uma oportunidade clara de gol, através do
uso intencional de mão na bola (isso não vale para o goleiro dentro de sua própria área penal).
5. acabar com uma oportunidade clara de gol de um adversário, que se movimenta em direção à meta adversária, mediante uma infração punível com um tiro livre ou penal.
6. empregar linguagem e/ou gesticular de maneira ofensiva, grosseira ou abusiva.
7. receber uma segunda advertência na mesma partida.
No caso concreto, do Gre-nal, Guiñazu deu um carrinho com os dois pés, de forma violenta e temerária, com uso de força excessiva, praticando jogo brusco de tal forma que, se o jogador do Grêmio não se esquiva do lance, poderia ter uma ou duas pernas fraturadas. 

A propósito, como estamos tratando de arbitragem, vejamos a regra do impedimento que caracteriza como infração o comportamento de Alecsandro no primeiro gol contra o Pelotas?

Infração
Um impedimento somente será marcado se, no momento em que a bola for tocada ou jogada por um de seus companheiros, o jogador estiver, na opinião do árbitro, envolvido em jogo ativo:
a) interferindo no jogo, ou b) interferindo num adversário, ou c) ganhando vantagem por estar naquela posição

Ou seja, tocar na bola é irrelevante. Basta atrapalhar o goleiro adversário. Tirar vantagem da posição.

Os textos relativo à regra 12 foram copiados do 

domingo, abril 18, 2010

Surpresa? Arbitragem dá vitória pra eles.

No jogo Grêmio x Pelotas, o Grêmio teve 2 pênaltis sonegados e dois pênaltis marcados contra, de cunho no mínimo duvidoso. Resultaram nos dois gols do Pelotas.

No jogo de hoje, dois gols deles foram marcados em lances de impedimento.

Surpresa?  Como surpresa?  O Presidente da FGF é detentor de parte de jogador deles. Precisa que o jogador seja valorizado para ele, detentor do passe, enricar. Leia:
http://gremioimortal.blogspot.com/2010/04/escandaloso-e-insuperavel-conflito-de.html

Até quando?

Ou, o que fazer para acabar com essa roubalheira?

Isso ainda vai terminar em situações indesejáveis.

Outra vergonha: nossa imprensa isenta caladinha, caladinha com relação aos lances irregulares. Foi preciso que torcedores do Grêmio levantassem a questão para os isentos passarem a analisar os lances no estilo rolando lero.

No jogo contra o Avaí, fizeram o maior escândalo do mundo por um escanteio equivocado.
Canalhas.


Sobre os descritérios da arbitragem e  especialmente da nossa imprensa isenta, leia:

http://gremio1983.blogspot.com/2010/04/ainda-gremio-e-avai.html

O apitador do jogo de hoje "operou" o Pelotas como havia feito em outros tantos jogos. Lá deve ser pura incompetência. Aqui, é incompetëncia coincidente. Sempre a favor do mesmo interessado.

Segunda, 9 de novembro de 2009, 10h29  Atualizada às 14h40

Veja 10 erros marcantes da carreira de Carlos Eugênio Simon

Dassler Marques
Uma decisão que pode influenciar no título. No Campeonato Brasileiro mais equilibrado dos últimos tempos, Carlos Eugênio Simon anulou gol legal de Obina, alegando falta do palmeirense. A marcação do árbitro gaúcho revoltou o Palmeiras.
Assegurado em mais uma Copa do Mundo, a terceira consecutiva da carreira, Carlos Eugênio Simon coleciona uma lista recente de grandes erros que, somados a um repertório de falhas históricas, como na decisão da Copa do Brasil de 2002, abalam sua reputação. Confira lista:
Campeonato Brasileiro 2009, Fluminense x Palmeiras
Obina marcou gol legal, subindo firme e cabeceando para as redes. No lance, Maicon segurou o palmeirense, que mesmo assim foi superior na jogada e marcou o gol. Simon anulou, alegando falta do palmeirense.
Campeonato Brasileiro 2009, Santos x São Paulo
Depois ser expulso, Rogério Ceni, segundo mostrou cronometragem, levou mais de cinco minutos para deixar o gramado da Vila Belmiro. Pressionado pelos são-paulinos, Simon apontou três minutos de acréscimo, em jogo que teve seis alterações. A partida terminou 4 a 3 para o São Paulo.
Copa do Brasil 2009, Fluminense x Corinthians
Não foi lance que definiu a partida, mas Simon foi omisso. Tenso em partida que valia vaga nas semifinais da Copa do Brasil, o atacante Fred deu praticamente uma voadora nos pés do zagueiro William e deveria ter sido expulso.
Campeonato Cearense 2009, Ceará x Fortaleza
Provavelmente, o maior erro de arbitragem do futebol brasileiro em 2009. Na decisão do Campeonato Cearense, Edu Sales, do Ceará, corre com a bola dentro da área, tropeça no gramado, e cai de queixo no chão. Longe do lance, Simon aponta a penalidade, que claramente não existiu. Ao menos, a decisão não influenciou o resultado final do torneio, vencido pelo Fortaleza.
Campeonato Gaúcho 2009, Grêmio x Internacional
Um lance difícil de ser visto, mas capital. O Gre-Nal de Erechim, marcando 100 anos do clássico, estava empatado. Jonas recebeu em condição legal, marcou para o Grêmio, mas Simon anulou o lance. Em seguida, Nilmar colocou o Inter em vantagem e confirmou vitória por 2 a 1. Após o jogo, o árbitro reclamou da iluminação no estádio e minimizou o erro.
Brasileiro 2008, Cruzeiro x Flamengo
Cruzeiro e Flamengo lutavam por título e vaga na Copa Libertadores, na 36ª rodada do Brasileiro. Os cruzeirenses venciam por 3 a 2 e, aos 46min, Diego Tardelli foi claramente derrubado por Léo Fortunato, dentro da área. Na reclamação, Simon, que virou inimigo do Flamengo, expulsou Tardelli e Fábio Luciano. Desde então, o árbitro gaúcho não foi escalado em nenhum jogo dos rubro-negros.
Copa do Brasil 2007, Botafogo x Atlético-MG
Um erro que o próprio Simon admite. No Maracanã, o Atlético-MG buscava o empate e a vaga nas semifinais da Copa do Brasil. Tchô foi derrubado dentro da área por um defensor do Botafogo e o árbitro gaúcho nada marcou, em erro que custou a classificação atleticana.
Copa do Mundo 2006, Itália x Gana
A atuação de Simon na Copa 2006 provocou revolta em Gana. Na estreia contra a Itália no Mundial, o árbitro gaúcho não deu penalidade clara para os africanos, em falta de De Rossi em Asamoah Gyan. O lance se deu no momento em que jogo estava 1 a 0 para os italianos, que acabaram marcando o segundo gol nos acréscimos.
Copa do Brasil 2002, Corinthians x Brasiliense
Até hoje, Carlos Simon é apontado por torcedores do Brasiliense - e rivais do Corinthians -, como responsável pelo título da Copa do Brasil em 2002. O gol da vitória corintiana no jogo de ida, no Morumbi, foi irregular, com Gil derrubando zagueiro adversário. No fim, com o empate em 1 a 1 na finalíssima, o lance decidiu o torneio.
Copa do Mundo 2002, Inglaterra x Suécia
Em seu primeiro jogo de Mundiais, Simon deixou marca negativa. Henrik Larsson, da Suécia, foi derrubado pelo inglês Rio Ferdinand, mas o brasileiro deu sequência. Os ingleses ainda permitiram o empate e o jogo terminaria empatado em 1 a 1.

domingo, abril 11, 2010

As advertências de JPM: ACORDA DIREÇÃO GREMISTA!!!


Blogger JPM disse...

A questão dos erros/incoerências da arbitragem e a pouca ação da direção gremista me deixa com uma pulga atrás da orelha.
No jogo Caxias e Inter, já no final do segundo tempo, +- 38' o zagueiro vermelho derrubou por trás, próximo da grande área, um atleta grená, o árbitro mandou seguir. O lance foi muito mais acintoso que o do goleiro Vitor.
O lance do Mario comparo a um lance que ocorreu na área deles no mesmo jogo de Caxias, era início de jogo, e um caxiense foi chutado, o árbitro não marcou e os comentaristas da RBSTV disseram ter sido lance normal.
Lances iguais ao do Mario ocorrem muitas vezes num jogo, especialmente com marcadores de pernas compridas como é o caso do Mario e do Bolívar. Lembram de penalidade cometida por este e marcada pela arbitragem?
O lance sobre o Jonas, por mais que o Jonas tenha forçado a queda, o avanço do braço do adversário em direção ao seu corpo é visível pelas imagens da tevê. Foi dentro da área!
O interessante que os mesmos que questionaram o pênalti do goleiro Renan no Rodrigo Mendes, dedado pelo auxiliar, dizem que os dois contra o Grêmio, neste jogo contra o Pelotas, foram e o do Jonas não foi. Muito bem, se o do Renan não foi, o do Jonas também não foi, mas neste caso, por uma simples questão de coerência nenhum dos dois marcados contra o Grêmio foi, nem aquele marcado a favor do Inter no jogo contra o Universidade foi.
Aliás, a nova mãe Diná, o LCR, sentenciou que mesmo que a arbitragem tivesse marcado o pênalti no Jonas o Grêmio não teria feito mais que um gol. Interessante! E se o juiz não tivesse dado o pênalti contra o Universidade, o time dele, teria feito algum gol?
Falei de pulga atrás da orelha...
São duas.
Em 2003 o sr. Milton Neves disse, afirmou e reafirmou que o Grêmio não seria rebaixado. Acertou!
Em 2004 ele disse, ao longo de todo campeonato que o Grêmio seria rebaixado. Acertou, de novo!
Há dias, antes do jogo contra o Pelotas, creio que foi no domingo, ele sentenciou que o Inter será campeão gaúcho/2010. Acertará?
Quais as fontes dele?
Não sei.
Sei que em 2003 e 2004 ele acertou.
O jogo dos vermelhos contra o Caxias só perderam porque não jogam essa bola que a mídia diz que jogam...pois a arbitragem ajudou eles bastante... No jogo contra o NH, por que o árbitro não mandou voltar o pênalti que o Pato voou duas horas antes? (Pato não voa para trás como disse um amigo meu)
Olhando por estes dois jogos, acho que o Milton Neves vai acertar, outra vez.
Como escrevi há dias, enquanto o torcedor gremista se preocupa com moda, eles vão continuar ganhando, infelizmente.
Acorda direção gremista!
Se não sabem agir convidem o Nelson Olmedo e façam o que ele fez em 1977. Pois até então o apito estava encaminhando o gauchão para eles, como parece que está acontecendo agora.
Saúde e feliciade a todos.
Domingo, Abril 11, 2010

quinta-feira, abril 08, 2010

GRÊMIO: JPM DISSE


JPM disse...

Meio atrasado no tempo, mas atual frente a um fato que ocorreu no último domingo. E fatos semelhantes têm sido uma tônica na vida do coirmão, em especial, depois da dança do banquinho de 2003.
Smj, era o primeiro jogo do Inter pelo gauchão/2004. Lá em C.Bom, contra o 15. Até os 11 minutos do 1o. tempo eles estavam levando um chocolate do time do 15. O árbitro, pra variar, era o CES. Aproximadamente aos 11 minutos o um atacante do time de C.Bom entrou na área deles, quando chegou na frente da pequena área, de frente e de carrinho/tesoura, o atleta Sangaleti, deles, derrubou o jogador que iria fazer o gol. O que vocês acham que o CES fêz? Nada, mandou seguir o jogo. Era pênalti e o jogador deles deveria ter levado o cartão vermelho, expulso, portanto. O atleta do 15 ficou um bocado de tempo lesionado, a bem da verdade, eu não ouvi, à época, nenhuma informação que ele tivesse voltado a jogar.
Não lembro se foi em 2003 ou 2004, mas sei que o juiz foi o CES. Num grenal, o jogador Marcelinho entrou na área deles e foi derrubado num carrinho dado, smj, pelo Marabá. Adivinhem o que o CES fêz? Igualzinho ao jogo de C.Bom.
O inusitado é que no grenal seguinte, outro juiz,... o atleta Cristian sofre uma falta semelhante a que o Marcelinho sofrera, porém, fora da área. O árbitro marcou a falta e deu cartão amarelo ao atleta deles.
A pergunta, agiu assim por ter sido fora da área? Ou se fosse dentro da área também marcaria falta? Até hoje estou em dúvida, mas acho que se fosse na área ele não marcaria.
Logicamente que eu estou lembrando desse dois fatos para falar do 1o. gol deles contra o Universidade no último domingo (04/04/10).
Penso que foi uma falta, digamos, meio sem ser falta. Se o árbitro não a marcasse não poderia se condenado. Este árbitro foi o que marcou a falta no Cristian, mencionada acima.
Mas, aquelas referidas acima e dentro da área deles?
Vejam como a arbitragem é importante...e incoerente.
No ano passado, no jogo deles contra o Zequinha, o juiz acabou expulsando o Galo de Rinha, que já deveria ter tomado, no mínimo, cartão amarelo, quando fora do lance de bola deu um pisão no pé do atleta do S.José (acho que foi no 1o. tempo) e no ângulo de visão do bandeirinha.
Num dos grenais de 2009, o Adilson foi expulso por dar um pisão no pé do bandoleiro, na disputa de bola!
O bandoleiro Guinazu, no mesmo jogo, havia aberto um sulco de uns 10, 15 metros num carrinho que dera, e noutro lance deu um chute em atleta do Grêmio quando levou o amarelo... O chute dado não foi exatamente em disputa de bola.
O que mais lamento é que as direções do Grêmio assistem tudo isso passivamente. Não é preciso produzir nenhum dvd para condicionar a arbitragem. Mas os fatos têm que ser divulgados e providências exigidas.
Seguramente essas incoerências da arbitragem aliadas à omissão das diretorias do Grêmio já produziram e, oxalá que não, poderão produzir outros atos de violência por parte de torcedores que vêem seu time ser prejudicado e a direção nada fazer.
Se puderem, por favor, levem isto ao Presidente Duda, ao Meira, enfim à atual direção tricolor.

Saúde e felicidade a todos.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Maciça revolta da torcida

Vale a pena conferir a avalanche de protestos contra o comentário da arbitragem da RBS.
Ressalta, também, que a maioria viu o lance como nós em que Victor chega antes na bola e chuta sem dividir (fato criminosamente omitido no comentário). De notar, ainda, o número de observações sobre a visualização deficiente dos lances pelo comentarista e a identificação clubística dele.

Confira no clirbs:
http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=269990&blog=454&coldir=1&topo=4238.dwt

Relembrando as nossas matérias:
http://gremioimortal.blogspot.com/2010/02/desmascarando-o-comentarista-de.html

http://gremioimortal.blogspot.com/2010/02/o-comentarista-de-arbitragem-tambem.html

http://gremioimortal.blogspot.com/2010/02/queriam-expulsao-de-victor.html

domingo, fevereiro 14, 2010

Desmascarando o comentário sobre a arbitragem

Está nas  "regras do jogo" de futebol:



Faltas e incorreções
As faltas e incorreções serão punidas da seguinte maneira:
Tiro livre direto
Será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes sete infrações, de maneira que o árbitro considere imprudente, temerária ou com uso de uma força excessiva:
a) dar ou tentar dar um pontapé (chute) em um adversário 
b) passar ou tentar passar uma rasteira em um adversário 
c) saltar contra um adversário. 
d) dar uma entrada ("carrinho") em um adversário.
e) agredir ou tentar agredir um adversário. 
f) empurrar um adversário
g) dar um tranco em um adversário.

Também será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes três infrações:
– segurar um adversário 
– cuspir em um adversário 
– tocar na bola com as mãos intencionalmente (exceto o goleiro dentro de sua
própria área penal). O tiro livre direto será executado do local onde ocorreu a infração (ver Regra


Então: não basta haver força excessiva, p. ex., chutar uma bola "com força excessiva (?)" nunca será falta.  A força excessiva, a maneira imprudente ou temerária tem de acontecer numa das sete ações enumeradas. É relação exaustiva (numerus clausus). Ou seja, tem de haver coexistência de uma das sete ações com um desses três qualificativos que são adjetos (acessórios) a um núcleo substantivo. O adjeto não existe de per si. Sem o comportamento com todas as características descritas NÃO HAVERÁ FATO TÍPICO PUNÍVEL.

No caso do Victor, o comentarista de arbitragem alegou que deveria ter sido expulso porque entrou de forma violenta na disputa.  Na verdade,  Victor chutou a bola sem sequer haver bola dividida conforme já descrevemos. Não houve disputa. Chutar a bola com força excessiva ou de forma violenta jamais será falta muito menos motivo para cartão de qualquer cor.

MOTIVOS PARA RECEBER CARTÃO  VERMELHO:






Infrações puníveis com uma expulsão
Um jogador, um substituto ou um jogador substituído será expulso e receberá o cartão vermelho se cometer uma das seguintes sete infrações:
1. for culpado de jogo brusco grave. 
2. for culpado de conduta violenta. 
3. cuspir em um adversário ou em qualquer outra pessoa. 
4. impedir um gol ou acabar com uma oportunidade clara de gol, através do
uso intencional de mão na bola (isso não vale para o goleiro dentro de sua própria área penal).
5. acabar com uma oportunidade clara de gol de um adversário, que se movimenta em direção à meta adversária, mediante uma infração punível com um tiro livre ou penal.
6. empregar linguagem e/ou gesticular de maneira ofensiva, grosseira ou abusiva.
7. receber uma segunda advertência na mesma partida.

Agora vejamos a lambança do texto do comentarista:

Na sequência, o goleiro do Grêmio entra muito forte na jogada, com o joelho no rosto do adversário (???). O certo seria não marcar impedimento e expulsar o goleiro Victor, que entrou de forma violenta na disputa (???) e impediu uma chance clara de gol (??????????????). Como o lance já estava parado (?????), Victor deveria ter recebido o amarelo (???) pela entrada, no mínimo, temerária (???).

O único fato realmente importante é omitido pelo comentarista.  Victor correu em direção à bola, chegou antes do adversário e chutou a bola. Sem que o adversário tocasse na bola. Não houve dividida. Após chutar a bola, como o adversário continuou a correr de encontro a Victor, os dois se chocaram.

Como "impediu uma chance clara de gol" se "o lance já estava parado" ?
Mesmo que o jogo não estivesse parado que chance clara de gol é essa na qual a bola está mais pro goleiro que chega na frente e chuta a bola sem que o atacante sequer toque na bola?

Afinal, a jogada foi temerária ou foi violenta?  Os adjetivos têm significados diferentes e não podem ser confundidos.

Afinal, era para cartão vermelho por jogada violenta ou amarelo por jogada temerária?

Na verdade, não houve infração nenhuma de Victor pelas razões já explicadas. Quem agiu contra a regra foi o atleta zequinha  que derrotado na jogada devia ter parado e não continuado a correr contra Victor soberano vencedor do lance. 

O comportamento do atleta zequinha sem chance de chegar na frente de Victor foi TEMERÁRIO, pois não calculou corretamente o tempo da jogada vindo a chocar-se contra o vitorioso.


Então, também  não houve, por parte de Victor, ação CULPABLE (ver regra 12 no site da Fifa). Quem chega na frente jamais cometerá ação culpável.

Como acreditar num comentário que omite os fatos decisivos para o correto julgamento da jogada ? 

Os textos relativo à regra 12 foram copiados do
http://www.safergs.com.br/files/pdf/pdf_geral/perguntas_respostas.pdf
em substituição ao texto inicial em espanhol do site da Fifa.