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quarta-feira, julho 14, 2010

Mais uma prova de "isenção"

Há dois (02) dias, em 12 de julho, segunda-feira, em esportes ao meio-dia, e, após, em outros programas da Rádio Gaúcha, EDUARDO GABARDO, informou que, na FIFA, na África do Sul, corria forte o aumento da probabilidade de a Arena do Grêmio ser o Estádio da Copa.
Disse mais, que nada assegurava que o outro estádio receberia jogos.
HÁ DOIS DIAS.
Qual a repercussão disso na imprensa de Porto Alegre?  ZERO. NENHUMA. NULL.
Gabardo é repórter de prestígio na emissora. Tanto que foi destacado para a África do Sul.
Estaria inventando?
De qualquer maneira, jornalisticamente, mesmo que fosse para desmentir, não se justifica o silêncio absoluto sobre a informação. A não ser por fervorosa torcida e medo de tocar no assunto.
Senhores isentos. Fiquem tranquilos. A Arena será construída para a torcida do Grêmio. Sem essa mendicância de favores para fazer um remendo puxadinho

sexta-feira, junho 25, 2010

" Quatro jogos da Copa disputados neste gramado já abriram sulcos irreparáveis"


Por gramado, Seleção é impedida de treinar no Estádio de Durban
23 de junho de 2010  09h00  atualizado às 14h13

  1. Notícia

Direto de Johannesburgo
Pela segunda vez seguida, a Seleção Brasileira não poderá treinar em um estádio no qual atuará na Copa do Mundo de 2010. O trabalho de reconhecimento do Estádio de Durban, no qual acontecerá a partida contra Portugal na próxima sexta-feira, foi cancelado para poupar o gramado.
Anteriormente, o treinamento no estádio estava marcado para as 12h30 (de Brasília) desta quinta. Porém, a Fifa vetou a atividade, que assim acontecerá em outro local, no Princess Magogo Stadium. O departamento de comunicação da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) informou que o horário de início será às 11h.
Depois do treinamento, os jogadores não poderão conversar com os repórteres. Apenas a entrevista do técnico Dunga está mantida, ocorrendo no Estádio de Durban.
Também para poupar as condições do gramado, a equipe dirigida por Dunga já havia sido impedido de treinar no Estádio Soccer City na véspera do jogo diante da Costa do Marfim, que terminou no último domingo com uma vitória brasileira por 3 a 1. Na ocasião, os jogadores trabalharam na Universidade Saint Sthithians, em Johannesburgo, cujo campo eles já vinham utilizando normalmente.
http://esportes.terra.com.br/futebol/copa/2010/noticias/0,,OI4516500-EI15647,00-Por+gramado+Selecao+e+impedida+de+treinar+no+Estadio+de+Durban.html


Estádio de luxo, mas o gramado...



MARCELO RECH
Enviado Especial/Durban

quatro jogos da copa  disputados neste gramado já abriram sulcos irreparáveis

BURACos do solo sem grama emergem em meio ao verde, sob o espetacular arco.
Como a bola vai rolar ali é uma incógnita. Mas se o cam- po vai desculpar algum eventual mau desempenho, o argu- mento valeria tanto para Brasil quanto para Portugal. Dun- ga já deixou claro que não pretende culpar o gramado. Na entrevista coletiva de ontem, o técnico brasileiro foi ques- tionado sobre sua preocupação com o estado do campo. Dunga redarguiu:
– O Brasil vai entrar para ganhar. Se não, a metralhadora vai disparar – disse o técnico.
O estado do gramado contrasta flagrantemente com as demais instalações do Moses Mabhida. Zero Hora também conseguiu entrar em um dos vestiários que serão usados hoje e fotografá-lo. Estalam de novos – o estádio foi inaugu- rado em novembro passado. Os vestiários são compostos, basicamente, por três grandes salas. À esquerda de quem entra, estão os chuveiros, com ladrilhos brancos e verdes. À direita, a sala de massagens – duas camas aguardam os atletas. Ao fundo, o vestiário propriamente dito, com pias e locais para troca de uniformes. Uma máquina de isotônico e água está à disposição dos atletas.
Oestádio em que o Brasil joga hoje é uma obra-pri- ma da arquitetura. Coroado por um arco de 350 metros de comprimento, a 106 metros do solo, o Moses Mabhida custou R$ 900 milhões. É uma das joias da Copa, com capacidade para extasiar 62,7 mil espectadores nesta sexta. Mas o gramado...
Jornalistas do Grupo RBS tiveram acesso ao campo me- nos de 24 horas antes do início da partida, já noite em Dur- ban. Apenas quatro partidas anteriores disputadas nesta Copa no espetacular Moses Mabhida foram suficientes para abrir sulcos no meio de campo. E isso que o Brasil, cautelo- samente, foi impedido de reconhecer e treinar no gramado do estádio na tarde de ontem para não piorar ainda mais a qualidade do palco do espetáculo.
A providência não resolveu as deficiências. Não que o gramado se pareça com o de um campo de várzea ou de alguns estádios do Gauchão. Longe disso. Mas também não faz jus ao monumento ao futebol erguido às margens do Oceano Índico. Há tufos arrancados e não repostos. Peda-



quinta-feira, julho 30, 2009

Uma cidade, dois estádios

15:21 30/07/2009

Uma cidade, dois estádios: não é inédito em Copas

Fortunati visita obras do estádio Soccer City em Joanesburgo (Divulagação)

Fortunati visita obras do estádio Soccer City em Joanesburgo (Divulgação)

A visita técnica a Joanesburgo, na África do Sul, trouxe ao vice-prefeito e secretário extraordinário da Copa de 2014, José Fortunati, a convicção de que existe a possibilidade de Porto Alegre receber jogos em mais de um estádio na Copa do Mundo de 2014.

O maior centro financeiro sul-africano será a 11ª cidade na história das copas a sediar partidas em duas ou mais arenas (ver relação abaixo). “O levantamento que fizemos mostra que esta não é uma novidade e que ela pode voltar a ocorrer daqui cinco anos”, explicou Fortunati, lembrando que, em 2014, Porto Alegre deverá ser a única capital brasileira com dois estádios com padrão Fifa, o Beira-Rio e a Nova Arena do Grêmio.

Hoje, o único estádio gaúcho credenciado junto à Fifa é o Beira-Rio. “O prefeito Fogaça e a governadora Yeda já assinaram documento encaminhado aos organizadores da Copa solicitando a inclusão das duas arenas”, enfatizou o secretário.

Fortunati faz parte da “Missão África do Sul”, organizada pela Associação Nacional de Transportes (ANTP). Nesta quinta-feira, 30, os membros da comitiva visitam a cidade de Durban.

CIDADES COM JOGOS EM MAIS DE UM ESTÁDIO

1930: Montevidéu (Centenário, Pocitos do Peñarol, Parque Central do Nacional)
1938: Paris (Parc des Princes e Olímpico)
1966: Londres (Wembley e White City)
1978: Buenos Aires (Monumental de Nuñes e José Amalfitani)
1982: Madri (Santiago Bernabeu e Vicente Calderon); Barcelona (Sarriá e Camp Nou); Sevilha (Benito Villamarin e Ramón Sanchez Pizjuan)
1986: Cidade do México (Azteca e Olímpico); Guadalajara (Jalisco e Três de Março); Monterrey (Universitário e Tecnológico)
2010: Joanesburgo (Ellis Park e Soweto)

site Porto Alegre 2014

segunda-feira, março 03, 2008

INTEGRAÇÃO OU ENTREGAÇÃO?

NECESSIDADE DE ANÁLISE PELAS COMISSÕES
A maioria da Comunidade Gremista está preocupada com o projeto denominado ARENA e seus desdobramentos.
Esta preocupação é justificada pela total falta de informação sobre o processo que resultou na seleção das duas propostas.
Quais eram as outras? Por que foram rejeitadas?
Quais os critérios que foram utilizados na seleção das mesmas?
Quais os estudos que demonstram que a remodelação do Estádio Olímpico é inviável?
O crescimento sustentável de uma organização ou da sociedade traz em si a idéia do crescimento aliado a preservação e diz que “tanto as gerações presentes e futuras tenham reconhecidas como direito fundamental a vida num ambiente sadio e não degradado”(Dennis Meadows-1972). Em 1987 este conceito foi ampliado e parte do princípio que “ o desenvolvimento econômico e social deve satisfazer as necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.(RelatórioBrun). Está este projeto alinhado com este conceito?

O executivo Marco Antônio Herling da LusoArenas, defende um maior espaço para o capital privado na organização da Copa do Mundo de 2014. Ele alerta que o referido capital enfrenta dificuldades no setor esportivo brasileiro.

Em entrevista à revista Exame concedida em 27/11/2007 cita como prováveis investidores a Global Spectrum ,que trabalha no sistema de gestão para área de eventos e esportes.
Outro participante dos empreendimentos é a Stadium Capital,uma divisão do Banco Morgan Stanley.
M.A.Herling salienta que a empresa TBZ estuda o mercado de estádios no Brasil desde 2001. Considera estes empreendimentos de altíssimo risco, porque na sua visão, envolvem: problemas políticos, problemas com a moeda, entre outros.
Lembra que também há dificuldades para o financiamento dos projetos.
Na sua opinião, um estádio é para jogar futebol.
Concertos, por exemplo, são considerados atividades marginais, que geram custos de reparos elevados, e que os organizadores de shows preferem locais menores, onde possam aumentar as margens de lucros.
Parte do princípio que a remodelação de estádios já existentes não é interessante, pois pode acarretar custos não desejáveis aos investidores.

Texto enviado pela colaboradora MARIA VIEIRA

domingo, março 02, 2008

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Arena ou Estádio ou Estádio Arena ?

Matérias publicadas pela coluna de Wianey Carlet em Zero Hora:



Publiquei, recentemente, e-mail de Rogério Tolfo, conselheiro do Grêmio, que questionava vários pontos do projeto que pretende dar ao Grêmio um novo estádio ou arena.



Publico, hoje, correspondência de Eduardo Antonini, membro do Conselho de Administração do Grêmio, refutando e esclarecendo questionamentos apresentados por Tolfo. A seguir, a íntegra do e-mail:



"Prezado Wianey,

Como estou passando o Carnaval fora de Porto Alegre, somente agora tive acesso a tua coluna de sábado "Arena ou estádio?". Trato, a seguir, de algumas questões gerais sobre o projeto Arena e outras específicas abordadas pelo conselheiro suplente Rogério Tolfo:


- o projeto Arena está sendo estudado desde o início de 2006, ou seja, há dois anos, período em que a Diretoria do Grêmio procurou contar com apoio de especialisatas de renome para, em conjunto, e com a tranquilidade necessária, pensar todas as questões sobre esse importantíssimo e complexo projeto;


- nesse período foi realizado pela Amsterdam Advisory Arena um estudo de viabilidade que tratou de questões financeiras, jurídicas e arquitetônicas, entre outras. Foi esse estudo que apontou como ideal a construção da Arena no Humaitá. A Diretoria nunca se manifestou publicamente sobre eventual preferência por local. Mesmo assim, quando elaboramos a Carta Convite, que visou buscar, seguindo os critérios estabelecidos pelo Grêmio (contendo as garantias necessárias, conceito do estádio, modelo de negócio, etc), deixamos em aberto a possibilidade de recebermos propostas para a Azenha. E foi o que ocorreu: temos duas propostas habilitadas, uma para o Humaitá e outra para a Azenha. Quem fará a escolha, democraticamente, serão os conselheiros do Grêmio;


- a Carta Convite, elaborada por escritório paulista especializado em projetos como esse, exigiu diversas garantias obrigatórias. Nesse contexto, há seguro previsto em ambas as propostas;

- quanto à Grêmio Empreendimentos gerir os recursos de eventual venda da área onde está o Olímpico, é importante ficar claro que, na proposta existente para seu futuro estatuto, fica definido que qualquer decisão sobre o patrimônio do clube deverá ser aprovada pelo Presidente do Grêmio e, ainda, submetida ao Conselho Deliberativo. No caso específico da proposta para construção da Arena no Humaitá, a área atual do Olímpico estaria inserida no negócio como um todo, não ficando o capital do terreno à disposição da Grêmio Empreendimentos;

- sobre o estádio, quero fazer um comentário importante, de quem conheceu os estádios mais modernos do mundo: o Grêmio terá um Estádio que será uma Arena, ou seja, não são dois conceitos excludentes. Apenas, seguindo o que há de mais moderno atualmente, não teremos pista olímpica, aproximaremos os expectadores do campo de jogo, seguindo os conceitos das diversas Arena existentes no mundo, o que fará nossos adversários sentirem ainda mais o fator local;

- outra questão importante: não há luxo algum no projeto de nossa Arena. Tanto que o Engenhão, citado pelo conselheiro Tolfo, e que não dispõe nem da metada das áreas projetas para multiuso em nosso projeto, e que foi construído, coincidentemente, em parceiria pela duas construtoras que disputam nosso projeto (Odebrecht e OAS, essa associada aos portugueses), teve seus custo mais de 50% superior ao estimado pelas mesmas construtoras para o nossa Arena;

- ser padrão FIFA, não necessariamente encarece o projeto, mas nos habilita a sediar jogos da Copa do Mundo e, principalmente, principalmente, utiliza as melhores práticas de segurança, acessibilidade, conforto e tudo o mais que o nosso torcedor merece e saberá, certamente, usufruir;

- as receitas projetadas pelos dois interessados no projeto estão totalmente compatíveis com a realidade do Grêmio e com o estudo de viabilidade realizados pela Amsterdam Arena. Um dos objetivos desse projeto é planejar o futuro (próximos 30 anos) do Grêmio com maiores e melhores (mais diversificadas) receitas para, justamente, termos condições de apresentar, sempre, um time de primeira linha que orgulhe os gremistas e nos traga ainda mais títulos.

Fico a tua disposição para quaisquer outros esclarecimentos.

Um abraço,
Antonini"





Nome: Sandro
Cidade: Curitiba
Estado: PR
Data: Quarta-feira, 06/02/2008 às 18h09min


Tradição é fundamental nos dias de hoje. Imaginem o Boca Junior sair da Bonbonera ou Racing sair de Avejaneda. Onde vai ficar o tricolor da Azenha, sera doravante o tricolor do Humaita! No minimo deselegante. Futebol não é só dinheiro, é tradição e cultura. Não devemos imitar europeus que nem as e cores de seus clubes respeitam (Barcelona jogando de ouro). Será que tem gente da diretoria do Gremio que vai ganhar favores com este obscuro negócio? Tipo MSI e outras parcerias surgidas no futebol?










03 de fevereiro de 2008 N° 15499
Wianey Carlet

Arena ou estádio?
Pela exiguidade do espaço, reproduzo apenas parte das interessantes ponderações enviadas por Rogerio Tolfo, economista, consultor financeiro e conselheiro do Grêmio. A íntegra da correspondência está no meu blog em zerohora.com. Assunto: a arena do Grêmio. A seguir, os questionamentos e dúvidas de Tolfo:

- Se a proposta dos portugueses considera o uso da área pública, esta se dá somente no espaço aéreo. Na verdade, o projeto melhoraria a parte viária, no referido ponto. Mas não deveria o Grêmio exigir que todos os projetos se limitassem as áreas possíveis, sem invasão de espaços públicos?

- Humaitá é o local adequado? Falo com muitos gremistas que não se opõem a construção de novo estádio, mas gostariam de permanecer na Azenha.

- Há seguro, contratado, mesmo para Humaitá, que garante que se a construtora falir, o empreendimento será terminado? Não podemos esquecer que o argumento para construir outro estádio é o desgaste do Olímpico. Logo, o mesmo não vai durar muito tempo e ficaremos sem estádio de qualquer jeito.

- Por que a direção pressiona tanto para que o projeto Humaitá seja aprovado?

- A Grêmio Empreendimentos será uma empresa. Se os recursos da venda da atual área do estádio não forem bem geridos, a empresa pode falir e ficarmos sem estádio e sem dinheiro, independentemente de a obra ser na Azenha ou Humaitá.

- Será que as receitas a serem geradas serão factíveis? Vão querer cobrar ingresso do associado, além da mensalidade? Não somos a Europa, cabe destacar.

- Os projetos não seriam demasiadamente luxuosos?

- Será que as receitas não se reduziriam? Ou o associado terá que pagar ingresso, além da mensalidade?

- Por que não construir um novo estádio (não arena) ou reformar o Olímpico (é factível?). Quando me refiro ao estádio, poderia ser algo como o Engenhão sobre o qual, em nenhum momento, se falou em padrão Fifa sendo, aparente e simplesmente, um novo estádio;

- Será que nosso torcedor, em média, tem cultura para se comportar como o público europeu? Se cada Estado tem suas peculiaridades, imagina as diferenças para países e continentes. Em suma, o luxo não terá que ser reconstruído a cada insucesso do time?

- Será que não teríamos que ter um projeto feito para nossa realidade sócio-econômica e cultural?

- Entendo que o Olímpico está se degradando e talvez este processo esteja se acelerando tendo em vista a certeza da diretoria de que sairemos da Azenha. A manutenção preventiva vem sendo feita?

- Queremos essa arena moderna, padrão Fifa, algo notável, de Primeiro Mundo, para ver um time modesto jogar por não ter recursos e estar endividado?

O debate é muito maior do que, simplesmente, a escolha do local. E uma decisão precipitada e equivocada tende a ser irreversível.

Espero ter contribuído para o debate, mostrando outro ponto de vista sobre o mesmo assunto.

Cordiais saudações de quem admira tua postura profissional e qualidade do teu trabalho.


Rogério Tolfo
Obs. Por mais que procurássemos a íntegra da correspondência de Tolfo, nada encontramos no blog do Wianey Carlet.

sábado, outubro 27, 2007

Arena simulação animada

Ao clicar sobre a linha sublinhada você terá acesso a uma simulação animada do futuro estádio arena do Grêmio tanto no Estádio Olímpico como alternativamente na zona norte de Porto Alegre. Na página de ZH, role até encontrar bem à direita.
http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Esportes&capaId=Esportes