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segunda-feira, maio 04, 2009

"Tudo está dentro do prazo estipulado"

Área da nova Arena deverá ser ocupada

04.05.2009

"Tudo está dentro do prazo estipulado"

O projeto da nova Arena gremista está cada vez mais perto de sair do papel.

Dentro do cronograma estipulado para o desenvolvimento das ações que colocarão em prática a viabilidade da nova casa do Tricolor, a empresa OAS, responsável pela construção da Arena, deverá fazer a ocupação da área adquirida: “o terreno está comprado. Entre o período de junho/julho estaremos efetivando a ocupação do local. A ideia é tapumar a área e criar uma espécie de estande de disposição apresentando o projeto como um todo e não só a Arena. Por meio de uma maquete, mostrar como ficará a disposição da Arena juntamente com o Shopping Center, as habitações, as torres e o centro de eventos”, explica Louzival Mascarenhas, diretor comercial da OAS.

Segundo ele, dentro de um horizonte a curto prazo, o objetivo é a desocupação final do terreno com um entendimento junto a Secretaria Estadual da Educação para a construção de uma escola no bairro Restinga. Assim, no final do ano, poderia remover a escola estadual que hoje ocupa o terreno onde será construída a Arena, assim como a construção também da Universidade do Trabalho.

Além disso, a OAS irá apresentar o detalhamento junto à Prefeitura esperando a aprovação do projeto no que diz respeito ao EVU (Estudo de Viabilidade Urbanística) além de pleitear um financiamento junto ao BNDES de pelo menos 50% da obra em uma linha de financiamento que beneficiaria a construção dos 12 estádios para a Copa do Mundo de 2014.

Finalizando, Louzival Mascarenhas tranqüiliza o torcedor gremista quanto ao andamento do Projeto: “tudo está correndo dentro do prazo estipulado, dentro do cronograma, sem nenhum revés. Entre janeiro e junho do ano que vem, estaremos iniciando as obras com a entrega sendo realizada 30 meses depois, já para a Copa das Confederações”.
fonte: www.gremio.net

quinta-feira, maio 15, 2008

ATENÇÃO PARA A MARIA. FOI A PRIMEIRA!

Em 30 de janeiro de 2008, este blog postou matéria sob o título "Novidades sobre a Arena Tricolor" . Para vê-la na íntegra basta clicar sobre o título abaixo.
Mas a importância não está na matéria e sim na sugestão/advertência feita por nossa Colaboradora/Comentarista MARIA abaixo reproduzida.
Maria chamava a atenção para matéria publicada no blog de Marcelo Damato.
Motivo a mais para ficar completamente atento, pois Maria veio agora com nova sugestão/advertência.
Prestem atenção na MARIA.

Quarta-feira, Janeiro 30, 2008

Novidades sobre a Arena Tricolor
Portugueses entregam hoje proposta para a Arena

(...)
8 comentários:
Ricardo Serpa disse...
Bacana o blog cara! Parabéns!Vamos fazer parceria!http://gremiorock.blogspot.comAbraço!
5:00 PM
Grêmio Imortal disse...
Vamos lá, cara! Já incluí. Teu blog ocupa um espaço vago, diferente! Parabéns! Abraço
6:52 PM
Maria disse...
Também estão sendo encontradas novidades sobre a TBZ.

O jornalista Marcelo Damato fez um levantamento bem interessante sobre esta empresa.
O título - O Mistério que vem de Portugal traz algumas informações como,por exemplo:TBZ - nunca foi gestora de estádios e eventos;empresas que já levaram calote da mesma - Nike,Puma,Inovar,entre outras.
Endereço-alemdojogo.wordpress.com Pobre Grêmio.
12:04 PM
João disse...
Maria: oportuna sugestão. Fomos à fonte e estamos reproduzindo, primeiro a matério do blog e depois os comentários:"O mistério que vem de PortugalTerça-feira, 8 janeiro 2008 Parece cada vez mais que o grupo de empresas que surgiu em Portugal para operar com futebol não faz bem o que promete. O primeiro caso é o da LusoArenas, empresa que se diz especializada em construção de estádios, mas que nem no próprio site aponta um estádio que tenha construído.

Em comunicação ao blog, a empresa afirma que seus parceiros são confidenciais e citou apenas dois: Náutico e governo da Bahia, sendo que este nem sequer confirma o acordo.
Agora surge no noticiário a TBZ, apontada como uma gestora de estádios, mas que consegue apontar apenas um. o estádio da Cidade de Coimbra. De fato, parece ter mais experiência em gestão de marcas.Em vários lugares é dito que a TBZ administra o Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid. O que existe é que ela é a gestora da marca Real Madrid na Europa. O acordo é recentíssimo, acertado no final de outubro.No Brasil a TBZ negocia para ser a gestora do Engenhão, em parceria como Botafogo, e integra uma das propostas para construir e gerir o novo estádio do Grêmio.A empresa diz que tem 11 anos, mas não se consegue saber o que fazia nos primeiros anos.Para um país que necessita de mais trabsparência na admonistração do futebol, eses parceiros estão no mínimo na contramão."
1:52 PM
João disse...
"6 Respostas para “O mistério que vem de Portugal”JoaoBittar Disse: Terça-feira, 8 janeiro 2008 em 3:46 pm Pois eh.Na Eurocopa Portuguesa se construiram alguns belos estadios, arenas etc. Se nao foram esses caras citados na nota, quem seriam? e o que eles tao fazendo hoje? Desistiram de construir estadios? Ou eles nao confiariam na seriedade dos nossos espetaculares dirigentes esportivos?Alias, eh uma lacuna seria , pelo menos pro portfolio de obras da LusoArenas, que nenhum dos estadios da Euro 2004 seja deles. Ou algum eh?Nenhum, João, Isso a própria LusoArenas me informou. A não ser, claro, que tenha sido uma “construção secreta”.(...)geraldo c araujo Disse: Quarta-feira, 9 janeiro 2008 em 1:38 pm A Itália quer exportar lixo para o Paraguai. Os aventureiros do Rally Dakar querem no Brasil a próxima prova. Agora, não bastassem as Odebrecht e OAS tupiniquins, os portugueses querem que importemos empreiteiras picaretas para a construção de estádios. Para essa gente, a América do Sul foi, é, e continuará sendo a Lata de Lixo do Primeiro Mundo.Cabe a nós, brasileiros, Geraldo, não permitir que sejamos tratados assim. Se deixarmos que eles façam a festa, quem poderá acusá-los?João Pinto Disse: Quarta-feira, 23 janeiro 2008 em 10:50 am TBZ, que giro, gerem mal o Estádio de Coimbra, gerem mal o resto dos negocios da empresa onde não existe lucro, e agora dizem a meio mundo que são os unicos na peninsula Ibérica, como é facil enganar em Portugal.A TBZ se fosse investigada seriam encontrados problemas fiscais e laborais suficientes para fechar as portas, os parceiros do REal Madrid e do Estádio Engenhão não sabem no que se estão a meter. Perguntem às empresas em Portugal que não recebem à anos da TBZ…..Caro João Pinto, Seja bem-vindo ao debate! Fico feliz em saber que o blog tem colboradores em Portugal. Escreva sempre.O que escreveu aqui tem especial valor. Aqui no Brasil sabemos muito pouco sobre a TBZ e a Luso Arenas, que se vendem como empresas de muito sucesso, mas, quando tentamos descobrir algo, não encontramos nada. Se souber como entrar em contacto com essas empresas, por favor me mande. Se preferir, pode usar o e-mail que deixei na página FALE COMIGO. Escreva sempre!João Pinto Disse: Quarta-feira, 23 janeiro 2008 em 11:11 am Basta fazer uma procura na Internet e com um pouco de sorte encontra-se a verdadeira TBZ. Acredito que vão existir grandes problemas no negocio que se esta a iniciar no Brasil.Existem empresas tais como a Inovar, AAC (académica), O2R, Puma, Nike entre outras que recebem cheques carecas, onde lhes são negados pagamentos e simplesmente a TBZ quando deixa de pagar apenas contrata outra empresa até voltar a fazer o mesmo.A Académica, João, é a dona do estádio de Coimbra ou ele é público?João Pinto Disse: Quinta-feira, 24 janeiro 2008 em 8:20 am O estádio da Académica pertence à cidade ou seja é do estado.Obrigado, João, mas parece que foi cedido à Académica. Li isso nuns foruns portugueses. Tenho visto várias crítricas à TBZ nele.Aliás descobri um detalhe interessante sobre o futebol brasileiro. Em Santos, na mesma cidade do time de Pelé, há um pequeno time chamado Associação Atlética Portuguesa (AAP), mais conhecida como Portuguesa Santista (para diferenciar da Portuguesa de São Paulo, maior e do mesmo estado). E o seu apelido é Briosa. Como a Académica. Pelas coincidências, os fundadores desse clube devem ser de Coimbra."
1:57 PM
João disse...
Essas informações têm de ser recebidas com os devidos cuidados. Pode estar havendo interesse em prejudicar a imagem da TBZ. Se há fundamento ou não, tem de ser averiguado.O que se sabe, aqui, é que a TBZ se associou com a OAS, uma das importantes empreiteiras brasileiras (como é também a Odebrecht), com o Banco Banif e o projeto apresentado é muito sedutor.Além disso, até agora, a TBZ, associada com um escritório de arquitetura, já investiu quantia expressiva nos estudos e elaboração do projeto, sob risco total, pois não saberá se haverá retorno. Portanto, essas informações devem ser recebidas com toda cautela. Nos dois sentidos, pois têm de ser analisadas, para ver se são verdadeiras, pois prova não foi apresentada nenhuma.
2:03 PM
Bruno disse...
João, você tem mais fontes sobre a TBZ? Porque eu gostaria de publicá-las no blog que eu fiz sobre a Arena Gremista. Eu já iria fazer uma pesquisa a respeito da TBZ e Odebrecht e um blogueiro já havia me alertado a respeito da TBZ. Se tiver mais fontes, por favor, passa aqui.Ah, o Blog que eu fiz está aqui: http://arenagremista.wordpress.com/
11:31 PM
San Tell d'Euskadi disse...
Votem:http://www.footballderbies.com/rating/index.php?wedstrijd_id=113
6:26 PM

segunda-feira, março 03, 2008

INTEGRAÇÃO OU ENTREGAÇÃO?

NECESSIDADE DE ANÁLISE PELAS COMISSÕES
A maioria da Comunidade Gremista está preocupada com o projeto denominado ARENA e seus desdobramentos.
Esta preocupação é justificada pela total falta de informação sobre o processo que resultou na seleção das duas propostas.
Quais eram as outras? Por que foram rejeitadas?
Quais os critérios que foram utilizados na seleção das mesmas?
Quais os estudos que demonstram que a remodelação do Estádio Olímpico é inviável?
O crescimento sustentável de uma organização ou da sociedade traz em si a idéia do crescimento aliado a preservação e diz que “tanto as gerações presentes e futuras tenham reconhecidas como direito fundamental a vida num ambiente sadio e não degradado”(Dennis Meadows-1972). Em 1987 este conceito foi ampliado e parte do princípio que “ o desenvolvimento econômico e social deve satisfazer as necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.(RelatórioBrun). Está este projeto alinhado com este conceito?

O executivo Marco Antônio Herling da LusoArenas, defende um maior espaço para o capital privado na organização da Copa do Mundo de 2014. Ele alerta que o referido capital enfrenta dificuldades no setor esportivo brasileiro.

Em entrevista à revista Exame concedida em 27/11/2007 cita como prováveis investidores a Global Spectrum ,que trabalha no sistema de gestão para área de eventos e esportes.
Outro participante dos empreendimentos é a Stadium Capital,uma divisão do Banco Morgan Stanley.
M.A.Herling salienta que a empresa TBZ estuda o mercado de estádios no Brasil desde 2001. Considera estes empreendimentos de altíssimo risco, porque na sua visão, envolvem: problemas políticos, problemas com a moeda, entre outros.
Lembra que também há dificuldades para o financiamento dos projetos.
Na sua opinião, um estádio é para jogar futebol.
Concertos, por exemplo, são considerados atividades marginais, que geram custos de reparos elevados, e que os organizadores de shows preferem locais menores, onde possam aumentar as margens de lucros.
Parte do princípio que a remodelação de estádios já existentes não é interessante, pois pode acarretar custos não desejáveis aos investidores.

Texto enviado pela colaboradora MARIA VIEIRA

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Novidades sobre a Arena Tricolor

Portugueses entregam hoje proposta para a Arena

De 11 a 20 de fevereiro, o Conselho Deliberativo será convocado para escolher o local

Leandro Behs:leandro.behs@zerohora.com.br
O Grêmio recebe hoje a proposta definitiva do consórcio português TBZ-OAS — que sugere demolir o Olímpico e construir a Arena na Azenha. A oferta final da Construtora Norberto Odebrecht — com a obra no bairro Humaitá — foi entregue semana passada. A previsão do clube é que a Arena esteja concluída em janeiro de 2012.

Após análises das propostas, o grupo de estudos do projeto (composto pelo presidente do Grêmio, Paulo Odone, pelo diretor de planejamento do clube, Eduardo Antonini, além dos conselheiros Antônio Britto, Jorge Gerdau Johannpeter e Alexandre Grendene) exigiu dos consórcios melhores condições para o clube — como maior percentual de participação nos primeiros 20 anos de exploração da Arena. Entre os dias 11 e 20 de fevereiro, o Conselho Deliberativo será convocado para escolher o local de construção da Arena. A oferta da Odebrecht é a favorita.

Após a escolha do local, o contrato deverá ser assinado até maio. Depois, serão necessários pelo menos nove meses até que o município e o governo do Estado emitam autorizações definitivas para a construção. Neste intervalo, será criada a Grêmio Empreendimentos — empresa do próprio clube, que gerenciará a Arena e da qual Paulo Odone dificilmente será presidente.

A proposta da Odebrecht prevê divisão de lucros em 50% pelos primeiros 20 anos: bilheteria, aluguel de espaços, shows, estacionamento, entre outras formas de arrecadação. Depois deste prazo, a Grêmio Empreendimentos ficará com 100%.
A obra terá um custo total de R$ 300 milhões, sendo R$ 190 milhões financiados pela Odebrecht. Dos R$ 110 milhões restantes, metade sairá da venda do Olímpico — já há um investidor interessado no estádio, que seguirá sendo utilizado pelo Grêmio durante os três anos de construção da Arena — e os demais R$ 55 milhões serão investidos pela própria empreiteira.
A Odebrecht acertou a compra do terreno da Habitasul - junto à Avenida Castelo Branco, no bairro Humaitá — por R$ 40 milhões.
Já o projeto da TBZ-OAS prevê a demolição do Olímpico. Levará três anos para ser concluída. O consórcio construirá um estádio para 14 mil pessoas em Eldorado do Sul. A obra terá um custo de R$ 280 milhões, e a TBZ-OAS assumirá o financiamento junto ao banco português Efisa. Nos primeiros 20 anos, os lucros da Arena serão 65% para o Grêmio e 35% para o consórcio. Ambos os projetos prevêem estádio coberto, para 50 mil torcedores sentados em cadeiras e três andares de arquibancadas.

O modelo é o Emirates Stadium, do Arsenal, erguido pela companhia aérea Fly Emirates. O Grêmio venderá o nome da Arena para uma multinacional por R$ 5 milhões anuais. O ingresso mais barato ficará entre R$ 25 e R$ 30.

— Ambos os projetos são viáveis. O clube manterá a sua autonomia no futebol e em receitas advindas da marca Grêmio, bem como a venda de jogadores — disse o diretor de planejamento gremista, Eduardo Antonini.

domingo, dezembro 02, 2007

Arena Gremista: os dois projetos


O projeto da parte superior é da empresa Norberto Odebrecht. Propõe-se a construir no Bairro Humaitá, área entre a free-way e a Br 116, na altura da estação Anchieta do Trensurb. Acesso, atualmente pela Avenida AJ Renner. Prazo de entrega: 36 meses.
O projeto da parte inferior é de um consórcio liderado pelas empresas TBZ/OAS para o terreno onde atualmente se localiza o Estádio Olímpico, Bairro Azenha. Promete entregar em 24 meses.
Ao contrário da manchete de Zero Hora, de hoje, não há nenhum terreno do Estado previsto para essa área do Humaitá, projeto Odebrecht. O terreno do Estado fica próximo e serviria para outras finalidades que não a construção da Arena.

quinta-feira, novembro 29, 2007

Quem é quem: TBZ / OAS / BANCO EFISA

A missão da TBZ é acrescentar valor às marcas. Transformamos a empatia que o consumidor tem com as marcas em resultados comerciais.


A TBZ é especialista na gestão de estádios, sendo mesmo a única empresa privada a fazê-lo em Portugal e uma das poucas a ter estas competências em toda a Europa. Com uma equipa especializada em gestão de infra-estruturas desportivas (que, entre outros eventos, participou activamente na organização do Campeonato da Europa de Futebol, realizado em Portugal, em 2004), a TBZ é responsável por toda a operação de gestão dos estádios, desde a organização de jogos à gestão de associados dos clubes, passando pela angariação de patrocínios, organização de eventos, exploração imobiliária e realização de campanhas específicas de atracção de público para o fenómeno do futebol.


Este menu deve servir de base ao aparecimento de novos sub-menus, que substituem os anteriores, sendo-lhes dada uma nova organização. Assim, devem ser criados os seguintes sub-menus: Estádio Cidade de Coimbra (fica como está) Organização de jogos Gestão de associados e bilhética Campanhas especiais Áreas VIP e empresariais Sponsorship Organização de eventos Imobiliário
A TBZ apresenta-se hoje como a maior empresa de licenciamento da península ibérica. A operar no mercado ibérico desde 1996, a TBZ tem-se destacado pela sua acção nas áreas do licenciamento desportivo e de entretenimento. Durante este período de tempo a TBZ já representou mais de 60 propriedades tendo mais de 600 licenciados activos. Com mais de 100 colaboradores em 9 escritórios espalhados pela Europa – Lisboa, Porto, Barcelona, Madrid ou Londres, a TBZ tem por missão diferenciar e acrescentar valor aos produtos dos seus clientes, quer seja através do licenciamento, de acções promocionais, da distribuição, de consultoria ou da gestão da marca.
Para maiores informações sobre a TBZ clique na linha sublinhada:
http://www.tbzworldwide.com/
Missão da OAS
Superar as expectativas dos clientes dos setores públicos e privados, por meio de prestação de serviços de Engenharia - Planejamento, Execução e Gerenciamento de Obras e Concessões
Para conhecer a OAS, clique na linha sublinhada abaixo:
http://www.oas.com.br/

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