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quinta-feira, março 03, 2011

Fala o Especialista

Hélio Sassen Paz, on 03/03/2011 at 00:47 said:


Meu comentário no post do @avicentemartins :

Como sou profissional da área, embora ciente das ponderações que o @avicentemartins fez (e que são justas, diga-se de passagem), nem sempre o que se tem como certo é certo e o que se tem como duvidoso é mesmo duvidoso.

A audiência da Globo justifica tal posição do clube. Todavia, a esmagadora maioria da audiência dos anunciantes que sustentam a emissora e também os próprios patrocinadores do nosso Grêmio (a despeito até mesmo da possibilidade de eles terem solicitado à direção do Grêmio que fechasse com a Globo por causa da audiência hoje existente) não quer mais saber de jogos de clubes cariocas e paulistanos em canal aberto para o RS.

A maioria esmagadora da audiência gaúcha não quer saber de assistir na TV e nem de se deslocar ao estádio para jogos às 22h (aí, afetando diretamente a pressão que podemos exercer sobre nossos adversários – ela se torna menos incisiva quando não temos o Olímpico lotado), mesmo que apenas cerca de 25% a 30% do público se desloque de ônibus. Isso afeta o comércio, o conforto, a rotina e interfere bastante no ânimo do torcedor.

A Record sempre indicou que prefere transmitir jogos com início entre 20:30h e 21:00h – que é o ideal para a maioria das pessoas, seja na TV, seja no estádio. Se há a preocupação com uma suposta perda de audiência para a Record, acho que ela não é suficientemente significativa e – ao contrário – o Grêmio poderá ser um fator de multiplicação dessa audiência. Vejamos: – Transmitindo jogos em um horário mais aprazível, a Record matará parte do Jornal Nacional e parte da novela. É negócio para todos:

- Se, hoje, há uma preocupação com a questão do PPV, sendo a estrutura do PFC tão pobre (percebam: a transmissão é feita por aparelhos defasados, só para a Globo não jogá-lo fora e ainda poder faturar algum dinheiro em cima, mas a imagem e o som são nitidamente piores do que em canal aberto ou nos canais SporTV), os clubes podem cobrar mais do monopólio nesse segmento ao invés de se contentarem com a venda casada;

- Muito em breve, haverá a autorização para milhares de canais digitais via satélite. O próprio Grêmio poderá (e, ao meu ver, deverá) ter um deles. A transmissão é muito barata e poderemos produzir documentários sobre a nossa história, entrevistas e depoimentos de dirigentes, atletas e técnicos históricos, oferecer reprises de jogos memoráveis, termos treinos coletivos com narrador e comentarista como o faz a TV Real Madrid. Além disso, podemos vender o nosso sinal por um preço muito mais caro não apenas para a TV brasileira como também diretamente para o exterior;

- Os grandes clubes brasileiros fazem um lamentável papel de trouxas nessa questão, pois a Globo fatura horrores revendendo o Brasileirão para emissoras de fora;

- O portal Globo.com possui uma infraestrutura invejável. Todavia, assim como já detalhei em um comentário no blog Sempre Imortal (que sei que muitos acham “sujo” e de “oposição” mas que, ao ignorá-lo, cometem o mesmo erro do G7 em não se misturar ao G4 na hora de propor algo ao Grêmio – o Prata, que é verdadeiramente independente, apenas só se manifesta mais lá porque as pessoas nos procuram pra conversar amistosamente, pra tomarmos um chopp e assarmos uma carne sem pedir o nosso apoio ou o nosso repúdio a nada nem a ninguém – caso contrário, não vamos), o Grêmio pode investir relativamente pouco e montar uma estrutura verdadeira de convergência midiática para ELE MESMO transmitir com os seus narradores, repórteres e comentaristas, COBRANDO x a mais na mensalidade do associado via boleto, cartão ou débito em conta e x+30% de não-sócios.

Vejam: o Grêmio possui tão-somente um alcance regional. Nós, infelizmente, não temos como conquistar o Brasil. 40% dos anunciantes, das corporações midiáticas e dos consumidores vivem nos estados de RJ e SP. Devido à migração e às rádios de ondas curtas em meados do século passado, o imaginário do senso comum no N, NE e parte do CO e S acabou adotando os clubes do centro do país como seus. Qual a nossa abrangência? Todo o RS, oeste de SC e PR e um pequeno nicho agrícola e nativista no CO.

O Grêmio do Prata (daí vem o nosso nome) observou que os torcedores das zonas de fronteira do Paraguai, da Argentina e do Uruguai não torcem para os clubes da capital mas, sim, tendem a simpatizar mais com o nosso Grêmio e com o Tradicional Adversário (T.A.). A prova disso é que fomos maravilhosamente bem recebidos em Montevideo nas ruas, nos restaurantes, nos botecos, nas praças, às margens do Rio da Prata. EM Buenos Aires, muitos de nós temos relatos sobre elogios e muito respeito pela camiseta do Grêmio. Entendemos que o marketing como um todo deve se direcionar para esse lado, o que nos aproximaria ainda mais da Conmebol, das arbitragens e nos proporcionaria um maior poder político.

E, embora suponhamos que haja o favorecimento da CBF solicitando ao Grêmio que feche com a Globo porque aí Teixeira prometeria a Arena como sede da Copa, isso não seria necessário, pois eles não vão conseguir concluir o Beira-Rio.

O marketing está no rumo certo quanto aos associados no interior. Mas essa preferência exclusiva pela Globo resulta em uma opção técnica e financeiramente superior duvidosa por se tratar de um pensamento de curto prazo.

[]‘s, Hélio Sassen Paz
Núcleo de Comunicação e Marketing
GRÊMIO DO PRATA
publicado em http://www.sempreimortal.wordpress.com/

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Importante e interessante blog sobre a Arena

A Arena é uma boa para o Grêmio

do blog de Helio Paz

http://heliopaz.com/2009/11/28/podem-confiar-a-arena-e-uma-boa-para-o-gremio/

PODEM CONFIAR: A ARENA É UMA BOA PARA O GRÊMIO

Sou um cara muito difícil de ser convencido. Embora não tenha deixado meus valores, minhas crenças, meus princípios e a minha ideologia de lado e seja pouco flexível em relação a isso, estou sempre aberto ao diálogo. Independentemente do ambiente e das pessoas, o grande aprendizado que eu tive no mestrado foi exatamente o de aprender a argumentar e ouvir o argumento do outro. Para criticar, é necessário ter conhecimento de causa. E, para elogiar, é preciso reconhecer o mérito – falar bem só porque se acredita em algo ou em alguém ou por mera simpatia não contribui em nada para a sociedade.

Apesar de não poder revelar uma série de informações que poderiam ser utilizadas de uma forma nada favorável (e, aí sim, comprometedora não apenas para os interesses da torcida do Grêmio mas para aspectos verdadeiramente positivos para a nossa cidade), hoje, depois de quase três anos e meio de ceticismo, desconfiança e extrema preocupação, pude finalmente compreender a complexidade que é encontrar uma forma que não prejudique a cidade e tampouco a existência do Grêmio como clube.

Quem fique bem claro: assim como não ganhava e não perdia nada enquanto mantive a minha posição contrária à Arena do Grêmio, da mesma forma, não irei ganhar nem perder nada apoiando a sua realização (que está mais próxima do que se possa imaginar, além de não ser mais uma mera animação de computador).

Em princípio, eu não cria na gestão técnica, estratégica, administrativa e financeira da Arena do Grêmio tocada por Paulo Odone e Eduardo Antonini (assim como também não creio na sua forma de fazer política na Secretaria Municipal da Copa 2014, mesmo com interesses diferentes dos da relação da dupla com o Grêmio). Felizmente – a meu juízo e para meu gosto – a condução do projeto ficou a cargo de Adalberto Preis.

Aliás, preciso falar sobre o Preis não como conselheiro nem como presidente da Grêmio Empreendimentos Ltda.: me arrependo de ter apoiado Odone na eleição presidencial de 2004, pois o clube poderia estar em um outro patamar de confiabilidade e de respeitabilidade.

Com isso, não quero dizer que – para o Grêmio e exclusivamente dentro do Grêmio – Odone não tenha sido importante. E, inegavelmente, ele foi um dirigente vitorioso e capaz, sim. Contudo, sua personalidade e a sua atitude não dão indícios públicos de que ele seja suficientemente democrático, nem tampouco que ele permita uma ação transparente e independente de quem estiver subordinado a ele.

O fato de ele ter ameaçado largar a presidência do clube caso ele não viesse a ser o presidente da Grêmio Empreendimentos Ltda. e de ter tentado impor o nome do conselheiro omisso e segundo pior gestor público da história do Rio Grande do Sul Antônio Britto mostra que esgotou-se a sua contribuição direta nos altos escalões do clube. Então, mesmo que sempre mereça respeito como cidadão e como gremista, mesmo que haja algumas dezenas de conselheiros antigos que pensam e agem sob essa mesma dinâmica, esse é um tipo de caciquismo que não poderia mais ter espaço dentro do clube.

O conselheiro Carlos Josias (uma pessoa que conheço há pouco tempo, por quem nutro um grande apreço) descreveu muito bem as relações entre os próceres, caciques ou cardeais e alguns dos seus escudeiros mais próximos nos últimos 25 anos no blog Grêmio Sempre Imortal. Assim como em Brasília, que meu pai descreveu como uma grande confraria na qual o pau só canta na hora de propor e de votar alguma lei, no Grêmio também há relações que se estremecem mas que retornam a um bom termo e vice-versa a um ritmo espantoso.

Em relação à OAS, obviamente, jamais me esquecerei das informações que li na revista Caros Amigos. Também não deixo de me preocupar com as questões ambientais e urbanas de Porto Alegre. Todavia, um processo é um processo e um contexto é um contexto: enquanto não ocorrer nada comprovadamente favorável ou desfavorável no empreendimento em relação a Porto Alegre, ao Rio Grande do Sul, ao erário ou ao Grêmio, apesar de haver algumas considerações bastante graves no que tange à especulação imobiliária, à leniência e à ignorância dos vereadores e à omissão da sociedade, também é preciso admitir que o movimento feito por pessoas e entidades que resistem à esse tipo de pressão talvez associem elementos dissociados ou dissocie elementos que poderiam ser encaixados tanto para a compreensão desses fenômenos quanto para a articulação institucional e legal necessária a fim de evitar equívocos que perdurarão por muitas décadas prejudicando a nossa salubridade.

Há muito o que dizer. Porém, infelizmente, não tenho autorização para fornecer maiores detalhes. Na hora certa, vocês estarão a par de uma série de acontecimentos. O máximo que posso adiantar é o seguinte:

1) O Grêmio não vai acabar e tampouco se apequenar;

2) Muitos técnicos já fizeram a OAS reformular as suas pretensões leoninas: as receitas do Grêmio não serão canibalizadas enquanto o estádio pertencer à OAS, o número de vagas no estacionamento será parelho com o que hoje existe no Olímpico e o Grêmio terá mais votos com poder de veto nas reuniões de trabalho do que o que fora previamente anunciado;

3) A Arena terá alto padrão de qualidade e de materiais garantida. E, mesmo precisando seguir as normas técnicas da FIFA em termos de acomodações, estrutura de alimentação, vias de acesso, iluminação, limpeza, visibilidade, comodidade e segurança, não haverá luxo;

4) Embora a questão do associado ainda deva ser discutida somente mais adiante, a tendência é a de que a mesma hierarquização de direitos e deveres relacionados às modalidades hoje existentes e às mais antigas acabe sendo obedecida. Talvez essa seja o quesito que deva ser mais fiscalizado por todos os gremistas;

5) A imprensa mente, distorce, omite, ignora, informa mal e não possui interesse nem capacidade de traduzir a informação técnica necessária à compreensão do torcedor. Assim como nas questões política e econômica é mais do que certo de que o pior jornalismo do país é o gaúcho, o mesmo se reflete no esporte;

6) O projeto existe. O terreno está tapumizado. A posse está tomada. Os acordos de transferência das instituições com imóveis e atuação social no Humaitá já estão definidos;

7) A quantidade e a altura dos prédios do entorno da Arena terão altura menor do que a esperada. Isso não tem nada a ver com a Arena ou com o Grêmio, pois são projetos da OAS com escritórios de arquitetura e com empresários locais. Da mesma forma, o que será construído na Azenha assim que a Arena estiver pronta e a OAS tomar posse da área do glorioso Estádio Olímpico Monumental refere-se tão-somente à OAS e aos seus parceiros. Portanto, em termos de PDDUA, EIA-RIMA, cone de aproximação aérea, etc., qualquer desobediência – ou tentativa de – não terá relação alguma com o Grêmio Football Portoalegrense nem com a Grêmio Empreendimentos Ltda. (não, não será uma S.A.);

8) A Arena do Grêmio será meno sustentável do que se gostaria, porém muito mais sustentável do que se espera. Uma das empresas que foi contratada pelo Grêmio para fiscalizar o andamento do projeto e para fiscalizar também as ações tanto das empresas envolvidas como do poder público caracteriza-se pela enorme preocupação com o meio ambiente. Um dos diretores responsáveis conhece estádios sustentáveis ao redor do mundo e pretende interferir no projeto a fim de tornar realidade algumas possibilidades que já estão sendo desenhadas como, por exemplo:

a) Cisternas para aproveitamento da água das chuvas;

b) Uma empresa alemã especializada em placas fotovoltaicas já entrou em contato para implantar o seu trabalho na cobertura da Arena do Grêmio.

Diante de todas essas informações, mesmo sem partilhar daquela paixão e daquela torcida pela Arena sobre a Arena em si e sem JAMAIS desvalorizar ou desdenhar do pensamento do querido dr. Hélio Dourado a favor de uma reforma do Olímpico técnica e financeira inviável, considero necessária a atenção, a fiscalização e, acima de tudo, a necessidade de todos os gremistas procurarem fazer com que tudo corra melhor do que a encomenda.


http://novomonumental.wordpress.com/2009/12/01/podem-confiar-a-arena-e-uma-boa-para-o-gremio/

domingo, maio 18, 2008

Sócio e Mestre em Comunicação opina

Na linha dos novos tempos, o blog http://www.blackao.wordpress.com/ se manifesta sobre a sucessão no Grêmio e sobre a direção do futebol:

PACHECO NO FUTEBOL E PREIS OU MARTINS NA PRESIDÊNCIA
Postado no Sexta-Feira, 16 Maio 2008 de Hélio Sassen Paz
Não estou conspirando contra ANDRÉ KRIEGER nem contra LUIZ ONOFRE MEIRA. Que eles tenham um excelente trabalho, com acerto e agilidade nas contratações e dando disciplina ao vestiário, com plenas condições de diálogo e de liberdade para a comissão técnica trabalhar.
No entanto, se não foi sequer cogitada a hipótese do vitorioso e sabidamente competente diretor de futebol campeão da América e campeão do Brasil CÉSAR PACHECO, figura querida do TRICOLOR que, infelizmente, foi posta em um cargo que não é sua especialidade, em voltar às suas origens de quando tornou-se um dirigente indispensável ao clube.
O próprio Pacheco pode ter decidido manter-se fora do futebol ou para evitar se queimar caso a nova experiência não desse certo, ou porque exige muito do emocional e do tempo dedicado ao clube.
Mesmo assim, em um futuro não muito distante, independentemente de quem venha a assumir a presidência na próxima eleição, creio que nenhuma chapa poderia deixar de pensar nesse nome.
Para a presidência, acho que deveria ser dada a oportunidade a um dirigente sempre corretíssimo, de muitos trabalhos prestados ao clube, que já foi vidraça e que conhece como poucos tudo o que gira em torno do futebol. Um profissional bem-sucedido e uma pessoa de fino trato que se, por um lado, talvez não tivesse o perfil necessário para tirar o clube do atoleiro da Série B, pelo menos parece certo que é a pessoa talhada para elevar o clube a um novo patamar: ADALBERTO PREIS.
Outra possibilidade com a qual simpatizo muito porque trata-se de um nome que é jovem, nunca aparentou afetação com o poder e vem preparando-se há muito tempo para assumir essa enorme responsabilidade é ANTÔNIO VICENTE MARTINS.
Ambos parecem ser muito menos afeitos à idéia de preencher cargos políticos em detrimento da especialização técnica.
Gostaria de saber dos blogs
GRÊMIO ACIMA DE TUDO, GRÊMIO IMORTAL e ALMA DA GERAL o que acham dessa minha sugestão.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Texto de Hélio Sassen Paz: leia

Veio comentário. Convertemos em editorial.
Hélio, esperamos não estar abusando, mas texto desta riqueza de idéias não pode ficar escondido. Assim também com o outro comentário.

Agradeço muito pela lembrança. De minha parte, o que realmente importa é poder ter um contato maior com informações sobre o nosso GRÊMIO, para que evite falácias e adote uma postura sempre crítica.
O que mais me preocupa é o uso do GRÊMIO para fins políticos-partidários e a repartição dos serviços necessários ao bom andamento do clube nas mãos de "amigos" que nem sempre oferecem a melhor qualidade e/ou o melhor preço.
Não tenho subsídios para denunciar essas coisas nem para acusar ninguém, mas deslizes de gestão como a falta de transparência no projeto da Arena, a briga do presidente Odone com o ex-vice Carlos Josias e uma série de medidas que desgastam o clube e tornam o cenário do futebol incerto por parte do diretor de futebol Paulo Pelaipe serão sempre comentados com responsabilidade.
Sou pesquisador em Comunicação e meu objeto é exatamente o alcance e a conversação das redes sociais que se formam a partir dos blogs.
No mundo inteiro, a blogosfera representa um fenômeno que tem incomodado a muita gente. Tanto é que o Estado de São Paulo e vários pitblogueiros da Veja e da Folha estão começando a vociferar contra os blogs independentes, que possuem uma agilidade muito maior do que a dos veículos da mídia corporativa para estar presente a vários eventos.
Além disso, não dependemos da pauta deles: fazemos a nossa própria escolha de temas. Assim, muitas vezes contestamos tanto a palavra oficial de empresas, partidos, clubes, sindicatos, associações e entidades de classe como também possuímos a capacidade de denunciar eventuais mentiras, omissões, supervalorizações ou minimizações de fatos realmente importantes com olhos diferentes dos olhos das corporações midiáticas.
Não podemos dizer que somos jornalistas, publicitários, professores ou políticos: mas fazemos de tudo isso um pouco, de maneira informal, independente e descentralizada.
Nem mesmo o Grêmio enxerga isso, pois deveria ter uma assessoria de imprensa mais antenada para as novas tecnologias da comunicação e da informação. Um site tão formal com comércio eletrônico, uns endereços de e-mail para contato com alguns departamentos do clube e a TV Grêmio pela web são iniciativas muito pequenas.
A ouvidoria e as últimas notícias deveriam ser publicadas sob o formato de um blog, com ordem cronológica reversa (novos textos em primeiro lugar), espaço para comentários e respostas rápidas para os associados, sem censura.
Os bons blogs não são meros sites de informação ou diários de memórias pessoais: são espaços de conversação, nos quais nem o seu dono e nem a sua audiência são passivos, onde a interação define a pauta e possíveis atitudes a serem tomadas em grupo presencialmente.
Porei um link para vocês imediatamente!
Um abração,
Hélio