domingo, dezembro 05, 2010
Grêmio na Soccerexpo
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artigo do blog do mosqueteiro assinado por Alexandre Aguiar e Gilmar Machado
quinta-feira, junho 11, 2009
"Fogo amigo"?
11.06.09
Perguntar não ofende, mas.....
Alexandre Aguiar*
O colunista esportivo do Correio do Povo Hiltor Mombach publicou até esta quinta-feira (11/06) trinta perguntas sobre a Arena e anuncia mais dez para amanhã. Informa em sua coluna, ainda, que as respostas do presidente da Grêmio Empreendimentos Adalberto Preis virão na edição de domingo.
Não estou entre aqueles que enxergam na imprensa um constante inimigo e preferem culpar o mensageiro e não a mensagem. Por isso, longe de criticar o jornalista, prefiro sugerir outras perguntas que podem garantir os necessários equilíbrio e transparência no tratamento do assunto.
São apenas duas perguntas. Duas. Nada de quarenta. Uma vez que os questionamentos não foram elaborados pelo jornalista, como leitor diário e fã do Correio do Povo, tenho a curiosidade em saber se o autor do longo e extenso questionário é a favor ou contra a Arena, sabendo-se que mesmo entre os gremistas há quem discorde da mudança de estádio.
Quem formulou o conjunto de perguntas demonstra conhecimento e, por óbvio, deve ter posição quanto ao Projeto. Se as perguntas partem de um torcedor preocupado em conhecer o projeto e que ainda não teve os dados necessários para formular opinião, o interesse é claro na informação. É dever do clube dar transparência às ações que pratica, o que me parece vem ocorrendo, e direito do torcedor questionar sobre fatos ou práticas que possam impactar profundamente o futuro do Grêmio.
Agora, se as perguntas, ao contrário, partem de alguém que já conhece o projeto e que teve oportunidade de vociferar sua oposição a ele no passado, o interesse deixa de ser puramente de informação e é razoável questionar se os objetivos não seriam de alimentar dúvidas e afetar a credibilidade do trabalho empreendido pela anterior e atual gestões.
Pessoas se movem por interesses, portanto conhecê-los é crucial para a formação correta da opinião.
Já a segunda questão é mais uma preocupação. São necessárias quatro colunas consecutivas para publicar o questionário inteiro. Quatro !!! Haverá espaço suficiente para todas as respostas. no total quarenta, e com o detalhamento exigido pelo questionário ? Diversos dos pontos abordados nas perguntas estão compreendidos na complexidade do projeto e várias das respostas não podem se resumir a uma ou duas linhas.
Perguntar não ofende, mas resposta pela metade não é resposta.
* O autor do comentário é entusiasta do Projeto Arena
publicação original em www.gremiosempre.com.br
quinta-feira, maio 07, 2009
Do Grêmio ? ..

Do Grêmio ? Nada !!! Nadinha !!! Do Grêmio ? Nothing !! Not a single line. O Grêmio deve ser time das Ilhas Fiji porque no jornal localista, hiperlocalista e bairrista não mereceu uma nota sequer.
Um dos melhores jornalistas do Rio Grande do Sul, o editor-chefe de Zero Hora Ricardo Stefanelli escreveu na Carta ao Editor da edição dominical de 12 de abril sobre a linha editorial do jornal:"Cada vez mais, os jornais do mundo inteiro se gabam de se voltar para o localismo, pois percebem que os leitores ? também cada vez mais ? querem saber o que acontece na sua aldeia. Na Redação de ZH, porém, nós vamos além, pois bairrismo é mais do que localismo. Há uma cena engraçada no conhecido filme O Jornal (The Paper, 1994), em que na reunião de capa a editora de Internacional de um periódico nova-iorquino enumera as reportagens previstas para o dia seguinte. Editora: ?Um ataque terrorista em Paris: cinco mortos, nenhum de Nova York; Um naufrágio nas Filipinas: 300 mortos, nenhum de Nova York; Golpe de Estado em Bahrein...? Os demais editores a interrompem, em uníssono: ?Nenhum de Nova York!? Pois cena semelhante se repete diariamente nas reuniões de ZH, sempre que Luciano Peres, editor de Mundo, relata um acontecimento em sua área ? como o terremoto que abalou a Itália: ? Tem algum gaúcho lá? ? todos querem logo saber. Ser bairrista, na nossa ótica, é ter um olhar gaúcho para o mundo. Não significa nos restringirmos aos acontecimentos do território gaúcho, apenas, mas mirar os fatos sob o ponto de vista de quem tem a alma do Rio Grande. Não nos privamos, por exemplo, de despachar um enviado especial à posse de Barack Obama, à escolha de um novo papa ou deslocar um jornalista para a cidade de L?Aquila, mesmo diante da confirmação de que nenhum gaúcho vive na região abalada pelo tremor de terra. Mas sempre que conseguimos usar nas chamadas de capa ou em títulos internos a expressão ?gaúcho? ou ?RS? nos sentimos com a sensação de missão cumprida. Como já disse Caetano Veloso ao revelar por que se sentia identificado com o povo do Rio Grande e explicar o apelido de ?baianos do Sul? aos gaúchos: ?Vocês conseguem ser ainda mais bairristas do que os baianos. Gosto desta identidade?. ZH também".
Na edição de 26 de abril, Zero Hora não foi New York Times - todas as notícias do mundo - nem tampouco New York Post - todas as notícias de Nova York, Long Island e Connecticut. Foi jornal clubístico. Lembrando a cena do filme O Jornal, mencionada na Carta do Editor, é de se imaginar como foi elaborado o boneco da edição dominical de 26 de abril. Fala o editor de Esportes. - Tem jogo pela Libertadores na terça-feira. Os demais editores interrompem, em uníssono: "Não é o Internacional. Próximo assunto". Para quem se gaba de ser mais do que localista, ou hiperlocalista nas palavras do antigo editor, ou bairrista nas palavras do novo, não ter uma notícia sequer de um dos principais clubes da cidade do jornal é inadmissível. O fato se torna ainda mais grave se considerada que a edição é de dois dias antes de um jogo válido pelo principal torneio do continente. Mas para o jornal localista, ou melhor, bairrista, havia espaço para Fórmula 1, Vôlei, Copa do Mundo de 2010. Do Grêmio ? Nada !!! Nadinha !!! Para o Inter, uma página inteira com nada mais nada menos do que sete retrancas: Eles jogam por música, Bolivar general, Guinazu, T7 é o cara, Som amigo, Toca Raul e Trilha Taison. Do Grêmio ? Nothing !! Not a single line. O Grêmio deve ser time das Ilhas Fiji porque no jornal localista, hiperlocalista e bairrista não mereceu uma nota sequer. Em O Jornal as máquinas foram paradas para evitar uma injustiça contra garotos acusados de um crime que não cometeram. A cena final do fime é o rádio sintonizado na 1010 WINS de Nova York dando conta do furo do jornal. A cena final deste filme de 26 de abril de 2009, uma vez que não há mais como a rotativa parar, será ao menos um mea culpa na próxima Carta do Editor ? Se o leitor é dono do jornal em Zero Hora, muitos estão cobrando agora.
Alexandre Aguiar
www.gremiosempre.com.br
Sobre o tema, este blog havia publicado, premonitoriamente, em
Sábado, Abril 25, 2009
Os amargos se tornam cada vez mais repelentes. Estará faltando algum cheque?
O Grêmio - pelos critérios da competição - é, neste momento, O MELHOR DA AMÉRICA!(...)
e, no dia da edição malfadada, no
Domingo, Abril 26, 2009
O clímax do jornaleco ou dos jornalistecos ou torcedorecos
Os torcedorecos se superaram neste domingo. O tal jornaleco publica uma página inteira sobre os vermelhos. Só abobrinha, mas uma página inteira.Sobre o Grêmio nenhuma ou nem uma linha.
(...)
sexta-feira, agosto 15, 2008
Modernização da Gestão - Unidades de Negócio

MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO
Gestão estratégica, profissionalização, governança corporativa e criação de unidades de negócios para ampliação das receitas
Conjunto de análises e sugestões para a Comissão de Reforma Estatutária do Conselho Deliberativo do Grêmio Football Porto Alegrense, elaborado por Alexandre Amaral de Aguiar, Diretor de Planejamento e Conselheiro Suplente.
Novembro de 2004
1 - ESSENCIAL REFORMULAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA ESTRUTIRA ADMINISTRATIVA DO GRÊMIO – ANÁLISE DO MERCADO MUNDIAL DO FUTEBOL
2 – UMA NOVA DIMENSÃO PARA OS CLUBES DE FUTEBOL – LAZER E ENTRETENIMENTO GLOBAL
3 – CRIAÇÃO DE UNIDADES DE NEGÓCIOS PARA EXPLORAÇÃO DA MARCA E PATRIMÔNIO
4 – CONCLUSÕES
1. A indispensável profissionalização dos vários setores do Grêmio deve ser orientada por uma gestão estratégica, focada nas competências essenciais do clube, prevista no estatuto e no regime interno da entidade, contemplando os modernos conceitos de governança corporativa.
2. Como parte da transformação mundial do mercado de esportes, o futebol não mais pode ser encarado apenas como um jogo, mas como produto de entretenimento.
3. Com base em experiências de sucesso em outras entidades (benchamrking), no baixo aproveitamento atual da marca Grêmio em nível regional e nacional e nas oportunidades de negócio que surgem no exterior, sugere-se a criação de unidades de negócio (empresas) específicas, subordinadas ao Grêmio, para melhor exploração da marca, do patrimônio e do relacionamento com o mercado.
sexta-feira, julho 25, 2008
Dicas do Pires
Alexandre Aguiar em "A Construção de Um Futuro Vencedor", http://www.gremiosempre.com.br/



