A virada - pelo menos o empate - que esteve à feição, no último minuto de jogo, bateu na trave. Alguns poucos centímetros de diferença e estaria feito o empate.
Bem, não deu. O time jogou bem, mas o adversário foi mais efetivo.
Na hora do gol, mais uma vez dois jogadores nossos entraram frouxamente.
Sem terra arrasada. Porém, se esse defeito de atenção e algumas atitudes de falta de vontade (o que foi o Hugo?) não mudarem, vamos continuar jogando bem e perdendo.
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segunda-feira, fevereiro 01, 2010
domingo, fevereiro 08, 2009
PREJUDICADO MAIS UMA VEZ
Mais uma vez o Grêmio foi decisivamente prejudicado pela arbitragem. Desta vez, como faz sempre, pela arbitragem do Sr. Simon.
GOL LEGÍTIMO DE JONAS.
Nem com o defensor vermelho se adiantando conseguiu deixar Jonas impedido. Mas a arbitragem anulou o gol.
O Grêmio jogou MUITO melhor do que o adversário. No entanto, em alguns lances como no segundo gol, o de Nilmar, mostrou uma bisonhice inaceitável do início ao final do lance.
Primeira infantilidade: o chute rasteiro frontal na cobrança da falta com os zagueiros do Grêmio, todos na área do adversário. Contra-ataque entregue de bandeja CONTRA TODOS OS MAIS ELEMENTARES PRINCÍPIOS.
Segunda infantilidade: retaguarda insuficiente em número de jogadores.
Terceira infantilidade: Adilson tinha de ter feito falta em Nilmar. O gol é infinitamente mais prejudicial (decisisvamente como no caso) do que uma expulsão.
Alguns velhos e bons princípios precisam ser relembrados e reensinados. e novamente praticados. Um deles: qualquer ataque tem de terminar, necessariamente, ou em gol eu em bola pela linha de fundo.
Nenhuma dessas infantilidades absolve a arbitragem. São questões completamente independentes.
Outra coisa: JONAS É TITULAR!
Nem com o defensor vermelho se adiantando conseguiu deixar Jonas impedido. Mas a arbitragem anulou o gol.
O Grêmio jogou MUITO melhor do que o adversário. No entanto, em alguns lances como no segundo gol, o de Nilmar, mostrou uma bisonhice inaceitável do início ao final do lance.
Primeira infantilidade: o chute rasteiro frontal na cobrança da falta com os zagueiros do Grêmio, todos na área do adversário. Contra-ataque entregue de bandeja CONTRA TODOS OS MAIS ELEMENTARES PRINCÍPIOS.
Segunda infantilidade: retaguarda insuficiente em número de jogadores.
Terceira infantilidade: Adilson tinha de ter feito falta em Nilmar. O gol é infinitamente mais prejudicial (decisisvamente como no caso) do que uma expulsão.
Alguns velhos e bons princípios precisam ser relembrados e reensinados. e novamente praticados. Um deles: qualquer ataque tem de terminar, necessariamente, ou em gol eu em bola pela linha de fundo.
Nenhuma dessas infantilidades absolve a arbitragem. São questões completamente independentes.
Outra coisa: JONAS É TITULAR!
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