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quinta-feira, novembro 29, 2007

Quem é quem: TBZ / OAS / BANCO EFISA

A missão da TBZ é acrescentar valor às marcas. Transformamos a empatia que o consumidor tem com as marcas em resultados comerciais.


A TBZ é especialista na gestão de estádios, sendo mesmo a única empresa privada a fazê-lo em Portugal e uma das poucas a ter estas competências em toda a Europa. Com uma equipa especializada em gestão de infra-estruturas desportivas (que, entre outros eventos, participou activamente na organização do Campeonato da Europa de Futebol, realizado em Portugal, em 2004), a TBZ é responsável por toda a operação de gestão dos estádios, desde a organização de jogos à gestão de associados dos clubes, passando pela angariação de patrocínios, organização de eventos, exploração imobiliária e realização de campanhas específicas de atracção de público para o fenómeno do futebol.


Este menu deve servir de base ao aparecimento de novos sub-menus, que substituem os anteriores, sendo-lhes dada uma nova organização. Assim, devem ser criados os seguintes sub-menus: Estádio Cidade de Coimbra (fica como está) Organização de jogos Gestão de associados e bilhética Campanhas especiais Áreas VIP e empresariais Sponsorship Organização de eventos Imobiliário
A TBZ apresenta-se hoje como a maior empresa de licenciamento da península ibérica. A operar no mercado ibérico desde 1996, a TBZ tem-se destacado pela sua acção nas áreas do licenciamento desportivo e de entretenimento. Durante este período de tempo a TBZ já representou mais de 60 propriedades tendo mais de 600 licenciados activos. Com mais de 100 colaboradores em 9 escritórios espalhados pela Europa – Lisboa, Porto, Barcelona, Madrid ou Londres, a TBZ tem por missão diferenciar e acrescentar valor aos produtos dos seus clientes, quer seja através do licenciamento, de acções promocionais, da distribuição, de consultoria ou da gestão da marca.
Para maiores informações sobre a TBZ clique na linha sublinhada:
http://www.tbzworldwide.com/
Missão da OAS
Superar as expectativas dos clientes dos setores públicos e privados, por meio de prestação de serviços de Engenharia - Planejamento, Execução e Gerenciamento de Obras e Concessões
Para conhecer a OAS, clique na linha sublinhada abaixo:
http://www.oas.com.br/

BANCO EFISA

domingo, outubro 28, 2007

Ética e Futebol por Mauro Knijnik

Nosso Colaborador
ÉTICA E FUTEBOL Mauro Knijnik
A crise ética do país não tem fronteiras. Avança sobre as instituições, corrói a vida política, consagra a impunidade. Nos últimos meses, ficamos mais uma vez sobressaltados com as revelações sobre negócios escusos envolvendo um clube paulista de futebol, com repercussões que colocam em xeque o resultado do Brasileiro de 2005. A falência moral do país não poupa - e não é de hoje - a maior das nossas paixões esportivas.
Em meio à confusão moral, o homem acaba não percebendo que a falta de ética é uma derrota que ele impõe a si mesmo. Há um clichê a respeito do futebol que o caracteriza como 'uma caixinha de surpresas', referência popular ao fato de que dentro do campo tudo pode acontecer. Mas há coisas na vida das quais não podemos esperar surpresas. Precisamos de um mínimo de previsibilidade moral nas nossas relações, e ela se justifica pela aplicação mínima de regras de conduta universalmente aceitas.
Não podemos encarar o futebol como um aspecto secundário da vida, pelo volume dos negócios ou pela intensidade das paixões sinceras que movimenta. Tanto quanto cobramos de nossos representantes, precisamos exigir decência de quem se dedica ao esporte. Da mesma forma como na vida social ou no amor, no nosso dia-a-dia, dependemos de regras de convivência que funcionem como linhas de fronteira entre o certo e o errado e entre o bem e o mal.
Confesso que me incomoda a expressão 'isso é coisa do futebol' quando se pretende justificar atitudes antiéticas ou até mesmo ilegais no âmbito futebolístico. É triste ver um conceito torpe prevalecer em uma atividade que mistura tão bem tradição e paixão. Ser permissivo em relação ao futebol é socialmente aceitar que tudo pode acontecer nesse ambiente agitado por transações milionárias, exposição na mídia e vaidade. Como se traíssemos a opinião pública, escondêssemo-nos dela. Não podemos aceitar que os números das transações não fechem, que sempre exista algo de podre nos bastidores. Enfim, não podemos aceitar 'coisas do futebol'.
É preciso resgatar a ética como um instrumento de valorização da condição humana. Ao assumir a presidência do Conselho Deliberativo do Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense, procurei levantar a discussão do tema por meio de iniciativa inédita no âmbito esportivo: a criação de um Código de Ética. Objetivo, contém regras que não fogem do bom senso. Nesse mesmo nível de entendimento, ou seja, no nível da ética e do bom senso, é que acreditamos que devam ser apuradas todas as irregularidades que ocorrem no país.
Nossa expectativa é que esse tipo de investigação sirva para que as 'coisas de futebol' sejam apenas a tradição, a torcida e, igualmente, a ética. O Brasil precisa de bons exemplos e o futebol, como paixão nacional, precisa estar na linha de frente desta batalha.
presidente do Conselho Deliberativo do Grêmio
Correio do Povo Porto Alegre - RS - Brasil 26/10/2007