“concordo em gênero, número e caso” – e quem fala assim revela uma cultura bem acima do comum, mostrando que teve lá suas tintas em Grego ou em Latim, idiomas em que o caso (nominativo, acusativo, genitivo, etc.) também fazia parte do sistema de concordância. Esta é a forma recomendável para o falante de bom gosto;
(Nota: Moreno considera equívoco usar "grau" ao invés de "caso".)
2. Por exemplo: numa nota de rodapé, eu apresento a referência completa de um livro citado. Como a nota seguinte fala de outra obra do mesmo autor, eu posso substituí-lo por idem, que significa “o mesmo”. Se a nota depois desta falar da mesma obra, posso então usar simplesmente ibidem (“no mesmo lugar).