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sexta-feira, agosto 28, 2009

Todos ganhamos; Todos perdemos

Entre tantos outros, dois comentários de Carlos Josias que não podem ficar escondidos e perdidos. Pedimos, por isso, licença ao blog sempreimortal e ao próprio Dr. Josias, para, aqui, transcrevê-los:

# carlos josias menna de oliveira Disse:
27/08/2009 às 19:01

Nunca desmenti uma verdade. O que eu disse, e q talvez o Pedro Mello por ser do time nós ganhamos eles perdem nao tenha entendido, está bem muito bem claro lá em cima.

Eu disse que quando o gremio ganha todos ganham e quando perde todos ganhamos, nao vou copia e colar aqui para fazer os que leem tudo se passar por bobo.

Disse que o G Novo caiu para a 2a divisão, com todos nós, e subiu, com todos nós.

Quem algum dia se envergonhou de ter participado da gestão obino e chegou a negar foi o próprio GN. Eu assisti o Antoni pedir ao Marco Miranda, no fim da gestão Obino, para que ele não o acompanhasse na escada pq estava em campanha e não queria ser identificado com a gestão Obino … disse meio que brincando meio que de verdade mas não desceu. Eu vi ninguém me contou.

O Juliano participou sim, da gestão guerrero, isto nunca foi negado, como tmbém participou da gestão obino, e nunca negou: ao contrário, sempre destacou isto. Mas é bom recordar, também q o GN entrou para o CD pelas mãos do FACHIN e do próprio Obino, o que o Bernardon pode confirmar pois ele e o Antonini na epoca entraram assim, porque foi assim que deu.

O que eu disse é nós ganhamos e nós perdemos. Se quer saber, eu não participei da gestão Obino mas apoiei na epoca e sempre defendia a ´gestão`, a gestão seu Pedro, ainda que às vezes de forma solitária, pq achava que estava defendendo o clube.

A única gestão que eu ataquei frontalmente foi a Guerrero, não dei tréguas. O Juliano era um menino, e como tu mesmo disse, era ´porteiro`, ele já fez de tudo no clube, ate porteiro foi, merece o status que tem hoje: este na época era noviço, hoje não é mais. Isto nunca foi negado, ao contrário, ele diz isto com muito orgulho: pelo gremio ja fui ate porteiro.

Pena que o GN que começou na gestão Obino em cargo de direção, tenha depois negado isto, omitido num primeiro momento e negado num segundo. Quanto a não ter influência, se não teve foi por falta de iniciativa, por inércia, pq qdo eu entrei no gremio não sabia nem aonde ficava a sala do presidente.

Aos poucos dela fui me aproximando e o dr. Koff trabalhava, como o cacalo, como o próprio Obino e como hoje o Duda faz, DE PORTAS ABERTAS. Então eu ia lá com um bando de noviços no clube, que eramos, e ficavamos dando tudo que era tipo de opinião, e muitas das vezes algumas delas eram aplicadas. Então se não TINHAM PODER DE DECISÃO TINHA QUE BUSCAR influenciar E SE NÃO FIZERAM ISTO FORAM OMISSOS E ISTO É MUITO GRAVE, é pior do que decidir mal.

# josias Disse:
28/08/2009 às 00:14

Bernardon. O Juliano me contou uma história que presenciou do Fachin que é de encher os olhos. Muito se diz que ele isso ou aquilo, que nao ganhou nada e etc. Até acho que como presidente do CD falhou muito,inclusive do no caso ISL, mas o que é bom tem que ser dito, é niso que insisto. Gremio x Defensor no Uruguai. Um frio de rachar. Juliano e familia na arquibancada, fria, umido, sereno, um horror. Ai ele olha prá tras e ve um rosto gordinho com um boné de lã daqueles que tapa as orelhas. Lá esava ele, Fachin, homem de idade avançada, com imúmeros problemas seríssimos de doença, para quem não sabe, diabético, entre outras coisas, já passou paor algumas cirurgias … Lá estava ele sozinho… pois saiu de porto alegre, anonimamente se encapuçou todo, hotel por conta própria, não apareceu em nenhuma entrevista, nem no vestiário, nada, ficou sentado, torcendo, sofrendo. Me desculpem o que vou escrever agora: PUTA QUE PARIU isto é que é ser GREMISTA.
Ai me vem um idiota anonimo dizer que bom que léo se pisou, a vai pra …

quinta-feira, setembro 11, 2008

Caso ISL: recebido recurso do MP


PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO DE 2008

Caso ISL vai para Brasília
Tribunal de Justiça/RS nega seguimento aos recursos de Guerreiro e Cardia

O 2º-vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Jorge Luís Dall’Agnol, negou seguimento aos recursos interpostos por José Alberto Guerreiro, ex-presidente do Grêmio, e Wesley Cardia, ex-presidente (para o Brasil) da multinacional ISL, e admitiu o recurso especial interposto pela Procuradoria de Recursos do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Em razão da decisão o processo seguirá para Brasília, onde o recurso será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça. A informação foi divulgada ontem no site da instituição (www.mp.rs.gov.br).

Ainda segundo o site, o Ministério Público, em seu recurso especial protocolado em abril no TJE e endereçado ao STJ, argumentou que o acórdão, ao reformar a decisão de 1º grau, reduzindo as penas dos réus para dois anos de reclusão e, a seguir, declarar extinta a punibilidade pela prescrição da pretensão punitiva, 'violou o artigo 59 do Código Penal que trata da aplicação da pena'.

Na decisão que admitiu o recurso especial, o Desembargador Dall’Agnol concluiu pela 'plausibilidade da tese do Ministério Público', uma vez que a redução da pena-base, determinada pelo fato de serem dois os agentes, não pode ser considerada como circunstância judicial favorável na fixação da pena, considerando, ainda, a grave conseqüência da redução que levou à extinção da punibilidade dos acusados.

Segundo o site do Ministério Público Estadual:
Tribunal de Justiça do Estado concluiu pela plausibilidade da tese do Ministério Público no recurso especial endereçado ao Superior Tribunal de Justiça
www.mp.rs.gov.br/noticias/id15538.htm






sábado, abril 19, 2008

Crime - Caso ISL: Ministério Público recorre

Um recurso especial dirigido ao STJ foi protocolado no Tribunal de Justiça do Estado
A Procuradoria de Recursos protocolou, nesta sexta-feira, no Tribunal de Justiça do Estado, um recurso especial dirigido ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. O Ministério Público insurge-se contra a decisão da 7ª Câmara Criminal que, por maioria, deu parcial provimento aos recursos de José Alberto Guerreiro, ex-presidente do Grêmio, e Wesley Cardia, ex-presidente (para o Brasil) da multinacional ISL. Ambos tiveram as penas reduzidas para dois anos de reclusão, sendo declarada extinta a punibilidade pela prescrição. Contudo, o Ministério Público entende que a decisão do Tribunal de Justiça contrariou o artigo 59 do Código Penal, que trata da fixação da pena. Denunciados pelo Ministério Público no rumoroso caso que ficou conhecido como “ISL”, Guerreiro e Cardia foram condenados a dois anos e dois meses pela 1ª Vara Criminal de Porto Alegre. Por atenderem os requisitos legais, os dois tiveram as penas convertidas em prestação de serviços comunitários. Ao apelarem da sentença de 1º grau à 7ª Câmara Criminal, os acusados tiveram as penas reduzidas em dois meses e, de ofício, foram beneficiados pela prescrição. Os fatos aconteceram em agosto de 2000 e a denúncia oferecida pelo Ministério Público foi recebida pela Justiça em junho de 2005.
Agência de Notícias