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quinta-feira, novembro 19, 2009

Arena: opinião favorável e palpite contrário

Jornal > Hiltor Mombach
ANO 115 Nº 50 - PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 19 DE NOVEMBRO DE 2009

Arena, das novidades

- Crédito:  lionel bonaventure / afp / cp

Crédito: lionel bonaventure / afp / cp
O Correio do Povo de ontem trouxe a última novidade envolvendo a arena: a Justiça julgou procedente o pedido de despejo formulado pelo Grêmio contra a Petrobras Distribuidora S/A e determinou a desocupação do imóvel (um posto de gasolina) no prazo de 30 dias. Cabe recurso. Das mais de 50 desonerações de imóveis do clube na área do Olímpico, exigência da OAS para construção da arena no Humaitá, esta surgia como a mais complicada.

A penúltima novidade está no jornal Valor de segunda-feira. Segundo matéria assinada por Daniela D''Ambrosio, a OAS já investiu R$ 50 milhões na compra de área na região do Humaitá. A novidade está no valor do terreno. Especulava-se que custaria menos.

Há conselheiros apostando que a arena não sairá do papel. O que eu acho? Sairá. Explico. Entregou-se a Grêmio Empreendimentos a um homem sério, competente e disposto a tornar o novo estádio realidade. Falo de Adalberto Preis, que vem respondendo a todas as questões em dabates promovidos por movimentos gremistas, no site do clube e praticamente esgotou o assunto em entrevista recente de duas páginas ao CP. Rigorosamente, nada no Grêmio é mais transparente do que a arena.

Quem conhece minimamente o assunto sabe que Preis está empenhado, agora, em obter vantagens não costuradas com a OAS quando do primeiro contato. Uma delas já foi conquistada: a arena, que seria construída num terreno de 4,9 hectare, bem menos do que o terreno do Olímpico, de 8,5 hectares teve sua área ampliada para 8,9 hectares.

O clube encomendou pesquisa para saber o valor real da área do Olímpico. Quando do resultado, tratará de obter novas vantagens.

Enfim, a arena anda. Devagar, como todo grande negócio, mas anda.

A matéria de Hiltor Mombach é publicada um dia após o palpite de Wianey na ZH e no blog do clicrbs:

Não tive acesso ao contrato firmado entre o Grêmio e a OAS. Por esta razão, devo me valer de informações obtidas junto a pessoas que leram o contrato e tenham credibilidade. De várias delas ouvi uma séria restrição ao contrato: o Grêmio não terá participação em todos os empreendimentos que cercarão a Arena Tricolor. Hotel, shopping, estacionamento, seja lá o que for, tudo será propriedade da construtora. Nenhum centavo destes empreendimentos verterá para os cofres do clube. Este item do contrato precisa ser melhor esclarecido porque, se for assim, será difícil não considerar um péssimo negócio para o Grêmio que, durante 20, 25 ou 30 anos, ainda terá que entregar para a OAS 35% de toda a arrecadação do estádio. Repito, se assim for, haverá menos dinheiro para o futebol do que tem hoje.

terça-feira, outubro 30, 2007

Arena do Figueirense


Agora é o Figueirense do Florianópolis/SC que projeta construir uma arena para se candidatar à Copa do Mundo.
maquete do clicrbs