- Emirates Stadium do Arsenal da Inglaterra.
- Allianz Arena do Bayern de Munique
- HSH Nordbank Arena do Hamburger SV.
(...) Somos ANTERIORES ao e INDEPENDENTES do movimento político que adotou nome igual. O GRÊMIO SEMPRE É NOSSA INSPIRAÇÃO. O Grêmio Sempre em Primeiro Lugar! PENSE ANTECIPADO. PENSE GRÊMIO. SEMPRE!
Esse trecho é um pouco menor, mas não menos importante porque aborda a questão dos riscos ao negócio. Em breve terei respostas para questão dos sócios, o entorno do estádio e comparações com o Olímpico entre outras.
Ontem, em alguns comentários cheguei a afirmar equivocadamente que somente a OAS pagaria sozinha o financiamento. A resposta à pergunta 4 abaixo faz essa correção. Ficam aqui minhas desculpas.
1- No caso da OAS falir, o Grêmio terá que ajudá-la financeiramente (através da Arena)?
Não. A Construtora OAS Ltda. será controladora da empresa “superficiária” a qual será a gestora da Arena com a co-gestão do Grêmio (participação no Conselho de Administração, direito de veto e unanimidade necessária nas principais questões da Arena).
Eventual falência da OAS não acarreta a falência da Gestora que será uma SPE, Sociedade de Propósito Específico. Tratará só da Arena.
2- Quais as reais garantias de custos de capital interno da empresa construtora em caso de concordata ou desistência do empreendimento em plena execução da mesma? E caso isso ocorra como o Grêmio fica pertinente a dívida pendente?
Haverá seguro de “performance Bond” para garantir a execução da obra. O Grêmio não será devedor do financiamento nem oferecerá garantias para o financiamento. E o mais importante, o Grêmio somente entregará a área do Estádio Olímpico contra o concomitante recebimento da Arena pronta em condições de uso.
3- Caso a OAS não consiga o financiamento que está pleiteando junto às instituições financeiras, motivo pelo qual a obra nunca inicia, pode simplesmente indenizar o Grêmio e desistir do Projeto Arena?
O motivo de as obras não iniciarem não é a falta de financiamento. É a necessidade da aprovação dos projetos e a obtenção das licenças ambientais perante a Administração Municipal. Caso não seja obtido o financiamento nem outra solução – é previsão contratual – poderá haver desistência do negócio sem indenizações. Fica como está. O Grêmio com o Estádio Olímpico. Porém, a OAS já anunciou perante o Conselho Deliberativo do Grêmio que terá o financiamento no prazo previsto.
4- E se a OAS não pagar o financiamento, o estádio não pode ser tomado do tricolor?
Não. O financiamento será pago pela empresa gestora com garantias prestadas pela OAS. Se não pagar o financiamento, o credor executa as garantias. A Arena não estará entre as garantias.
5- Com relação a ação judicial que alguns gremistas estão acionando sob a alegação de prejuízo ao clube. Essa ação pode, por si só, acabar com o projeto Arena?
Não existe nenhuma ação judicial de gremistas. Porém, se houver e se a exploração dos Imóveis da Azenha se impossibilitar, seja atrasada ou de qualquer forma afetada em decorrência de demandas de seus associados ou torcedores; o Grêmio terá de indenizar. Na perda da ação esses associados ou torcedores, obviamente, serão chamados à responsabilidade e terão de indenizar o Grêmio.
6- O que o Grêmio pensa sobre isso, e há possibilidade de punição do clube a esses “sócios” tricolores?
A menor punição seria a exclusão do quadro social. Mas não se resume nisso. Como dito na resposta anterior, cada um é responsável, individualmente, por seus atos e poderá ser chamado a indenizar perdas e danos e lucros cessantes.
Segue a 2ª parte, onde o Preis responde às perguntas sobre valores, duração do contrato e demais itens do negócio. Várias questões enviadas abordavam a mesma questão e por isso perguntas como, por exemplo a 3, 4, 5 e 6 tiveram a resposta condensada em uma só.
1- A arena estão dentro dos orçamentos do clube ou faremos parcerias como o Corinthians fez para trazer o Ronaldo?
O dinheiro será recebido pelo Grêmio e incluído como receita no orçamento do Clube.
2-Em quanto é avaliado o valor do Estádio Olímpico?
Foi avaliado em 60 milhões antes da aprovação do regime urbanístico
3- O estádio Olímpico entra realmente como uma parte do valor de contrapartida para execução?
4- Além da área do Olímpico, o Grêmio vai precisar colocar mais alguma contra-partida financeira para a construção da Arena?
5- Como exatamente o Grêmio vai “pagar” o investimento da OAS? Só a exploração do entorno da Arena vai cobrir a construção e ainda dar lucro para eles ou parte da receita da Arena cobrirá esse valor?
6- Quanto, exatamente, o Grêmio está pagando pela Arena?
O terreno do Estádio Olímpico é o bem imóvel que o Grêmio entregará para a OAS.
Com a aprovação de regime urbanístico para o terreno do Estádio Olímpico e para a área do Humaitá (empreendimentos futuros da OAS), pode-se dizer que esses índices compõem também o valor econômico disponibilizado para a parceira. Além disso, a OAS terá uma participação de 35% do Lucro Líquido Ajustado da Arena, nos aproximadamente 13 anos finais. (após o pagamento do financiamento). Não se tem, hoje, ainda, uma valor financeiro exato para todos esses itens. Por isso o Conselho Deliberativo considerou como contrapartidas básicas a entrega de um Estádio ultrapassado (praticamente a entrega de um terreno, pois a demolição do Olímpico gerará um custo importante) pelo recebimento de um Estádio novo.
7- De onde virá o dinheiro para a construção da Arena?
8- Quanto ao finaciamento, junto a que instituição finaceira será realizado?
Isso está contratado. A OAS empregará 55% de capital próprio e 45% serão financiados.
A OAS porá o dinheiro “na frente” e procurará se ressarcir, posteriormente, em vários anos, nos empreendimentos do Humaitá e da Azenha, e buscar o lucro perseguido.
9- Quem está encarregado do pagamento do finaciamento (Grêmio ou OAS)?
A contratação do financiamento, prestação de garantias, pagamento do financiamento, ditos simplificadamente, serão feitos pela OAS.
10- Quanto tempo para pagá-lo?
O prazo máximo do financiamento será de 10 anos contados do início da obra. Como o prazo de construção está contratado em 30 meses, o prazo para o pagamento será de 7 anos e meio.
11- Qual é o total do custo de construção apenas da Arena?
Cerca de 350 milhões de reais.
12- De quanto será o lucro e para onde irá este valor, alguma parte vai para contratações ou irá tudo para pagar as contas?
13- Quanto o Grêmio irá receber da OAS por ano e como serão feitos esses pagamentos (mensais, semestrais…)?
O Grêmio receberá: primeiro período (o do financiamento) R$7 milhões/ano mais 100% do Lucro Líquido Ajustado e, segundo período (pós-financiamento): R$14 milhões ano mais 65% do Lucro Líquido Ajustado. O preço fixo será reajustado.
14- Esse projeto afetará ou não o futebol? Se gastará muito dinheiro com estádio e esquecerão de montar times competitivos?
15- Com empresa sendo dona de todo o lucro em volta da Arena e mais de uma parcela do que o Grêmio arrecadar nas partidas, vai faltar dinheiro para o futebol? De alguma forma isso poderá influenciar na verba destinada ao futebol?
Nenhuma relação direta com o futebol. As verbas diretas do futebol, venda de jogadores, propaganda na camiseta, verba de TV, e ainda as chamadas receitas de marketing e o quadro social, serão receitas do Grêmio sem nenhuma participação da OAS ou da empresa gestora. Como as parcelas a serem recebidas pelo Grêmio relativas à Arena serão líquidas, poderão, segundo a gestão do Clube, reforçar os recursos destinados ao futebol.
16- O que será dividido entre Grêmio e OAS? (bilheteria, bares, estacionamento, publicidade estática, cotas de tv, renda de shows, convenções, venda de atletas, mensalidades do QS…)
Diria diferente: as receitas de bilheteria, bares, restaurante, naming rigths, locação de cadeiras, locação de camarotes serão arrecadadas pela empresa gestora. Essa empresa arcará como todos os custos e despesas da Arena de forma que os pagamentos a serem feitos ao Grêmio serão líquidos.
17- O que não será dividido?
Já respondido, mas não custa repetir: as verbas diretas do futebol, venda de jogadores, propaganda na camiseta, verba de TV, e ainda as chamadas receitas de marketing e do quadro social, serão receitas exclusivas do Grêmio sem nenhuma participação da OAS ou da empresa gestora.
18- Quais os percentuais?
19- Como será feito o cálculo?
Creio já estarem respondidas no bloco 12/13.
20- Por quanto tempo?
O prazo da parceria será de 20 anos, mediante o regime de direito de superfície, com uma série de cláusulas que dão ao Grêmio a co-gestão, com poder de veto sobre questões essenciais.
21- Existe alguma cláusula de revisão deste contrato, ou seja, poder-se-á valorar? Quanto e quando?
Não há cláusula de revisão.
22- O TERRENO onde será construída a Arena e demais benfeitorias a ela vinculadas passará a ser de propriedade do Grêmio ou haverá a necessidade do pagamento pelo uso do solo? Aparentemente a dívida pode parecer desprovida de sentido, mas é importante que isso fique esclarecido, pois, se a propriedade a ser repassada for exclusivamente da construção (e a referência que escuto é sempre à Arena), me parece que o Grêmio passará à condição de “inquilino” do terreno, utilizando-se plenamente das benfeitorias ali construídas, desde que remunere à OAS pela ocupação do terreno. Assim: a propriedade será do terreno (ainda que de parte dele) e das benfeitorias nele existentes ou somente da construção havida sobre o terreno?
O Grêmio será proprietário do terreno (solo). Vigorará direito de superfície, mediante o qual a chamada “superficiária” terá o direito e a obrigação de construir a Arena sobre o solo do Grêmio. Além disso o Grêmio terá resguardado o exercício de direitos de proprietário da Arena. Fiscalizará a obra, receberá ou não a obra. Terá o direito e a obrigação de usar a Arena para todos os jogos. Terá a co-gestão da empresa gestora, preferência para aquisição do controle dessa empresa e a opção de compra dela a qualquer momento dos 20 anos.
Nada a ver com locação. Terá preferência absoluta para seus jogos sobre qualquer outro evento. Treinará de forma a não prejudicar o gramado, resguardo prevalente em qualquer estádio importante no mundo inteiro. Terá uma área de aproximadamente 20.000 metros quadrados para uso exclusivo onde funcionarão a administração do Clube, Lojas, Memorial etc. conforme já informado em questão anterior.
Após 20 anos, extinguir-se-á o direito de superfície, consolidando-se em favor do Grêmio a propriedade plena sem qualquer pagamento para a OAS ou para a superficiária. Também a gestão da Arena passará a ser exclusiva do Grêmio.
23- Quando a parceria acabar (depois dos 20 ANOS), o Grêmio irá receber a Arena em ótimas condições, como na inauguração?
Questão respondida no item 5 da 1ª parte.
24- Qual a despesa de manutenção prevista?
25- De quem é a responsabilidade pela manutenção da Arena?
Há uma simulação de custos e gastos, tanto da Arena, quanto dos eventos, mas esse número ficarei devendo. A responsabilidade pela manutenção da Arena, por todos os custos e despesas ordinários, de jogos e eventos, serão da empresa gestora.
Acrescento, ainda, que existe um documento anexo ao contrato chamado “modelo de negócio” elaborado pela OAS e pelo Banco Santander, com base em informações do Grêmio e trabalho da Fundação Getúlio Vargas (contratada pelo Grêmio), com estudo de viabilidade, contemplando, no detalhe, todos as prováveis receitas e custos e despesas projetados para os 20 anos da parceria.
Saudações Tricolores.
Depois alguns dias offline graças à ausência de conexão 3G da Vivo no litoral estou de volta e, conforme prometido, segue a primeira parte da entrevista com o Adalberto Preis sobre a Arena do Grêmio. Nesse primeiro tópico, abordamos o estádio em si e o cronograma das obras.
1 – Por que o Grêmio não fez (ou exigiu que fosse feito) um concurso para selecionar o projeto arquitetônico da arena? Assim poderíamos ter as empresas concorrendo para a realização de um só projeto, ficando mais claro qual seria mais benéfico para o Grêmio.
Breve histórico: O primeiro Plano Estratégico do Grêmio, aprovado pelo Conselho Deliberativo em outubro de 2004, definiu como estratégias “buscar parcerias de empresas especializadas para otimizar a utilização do patrimônio e tornar o estádio e demais áreas do clube multiuso (Centro de Comércio)”.
Em novembro de 2006, o Grêmio contratou com a Amsterdam Arena Advisory (AAA), da Holanda, estudo de pré-viabilidade para a construção de um novo estádio. A análise compreendeu, também, o estudo para a reforma do Estádio Olímpico que foi considerada desaconselhável.
Em 2007, o Clube oficializou uma carta- convite para empresas interessadas em investir na parceria de construção do novo Estádio. As diretrizes básicas do projeto foram as indicadas pelo laudo da AAA. Apresentaram-se alguns investidores.
Em março de 2008, ocorreu a seleção final indicando como vencedora a proposta da Construtor OAS Ltda., os respectivos projeto arquitetônico e plano de negócios. A proposta vencedora contemplou a construção de estádio novo, na modalidade Arena, no Bairro Humaitá. Tudo proposto pela Administração do Clube e aprovado pelo Conselho Deliberativo.
Então, houve concorrência e as diretrizes básicas foram fixadas pelo Grêmio, com base no laudo da AAA.
2 – Quais características da Arena darão originalidade a seu projeto, ou em outras palavras, quais características farão da Arena um estádio único?
A concorrência promovida pelo Grêmio exigia que os participantes construíssem um estádio diferenciado no nosso mercado brasileiro com padrão de segurança, conforto e hospitalidade muito acima da média do que estamos acostumados. O estádio deveria ainda atender a todos os itens do cadernos de encargos da FIFA.
3 – Esse projeto é realmente moderno?
O projeto da Arena, sem dúvida, é moderno e segue o padrão mundial mais atualizado..
4 – Ele atenderá todas as demandas de um estádio ideal?
Sim, pois preenche os requisitos de um estádio FIFA e, ainda, as peculiaridades locais.
5 – O projeto prevê e antecipa futuras necessidades?
No caso específico, ainda há cláusula prescrevendo que, no final dos 20 anos, quando o Grêmio receberá a propriedade plena, concomitante à extinção do direito de superfície, a Arena terá de ser entregue em perfeito estado, salvo os desgastes naturais. Um ano antes de expirado o prazo de superfície, a superficiária deverá encomendar a realização de um laudo de avaliação das condições da Arena para apresentar ao Grêmio, que deverá indicar as medidas eventualmente necessárias para deixar as instalações da arena em perfeitas condições de uso, ressalvado o seu desgaste natural. O Grêmio participará, também, da elaboração do planejamento anual, no qual serão previstas as recuperações necessárias para manter o estádio, sempre, em perfeitas condições. Quanto ao número de expectadores, realizaram-se média passada e projeções futuras.
6 – Elimina completamente a necessidade de reformas nas próximas décadas?
Qualquer construção sofre deterioração com o tempo, sendo necessários reformas e ajustes, entretanto, o Grêmio está e estará extremamente atento à elaboração dos projetos finais, memoriais descritivos dos materiais a serem utilizados e à fiscalização da obra, contando com consultoria profissional especializada em projetos e construção de estádios.
7 – Qual a capacidade dele?
Serão 52.500 cadeiras (100% cobertas), distribuídas em 4 anéis: 20.300 cadeiras no primeiro anel, 7.500 cadeiras no segundo anel (setor VIP), 130 camarotes com capacidade para 2.700 pessoas e 22.000 cadeiras no quarto anel. Com a retirada das cadeiras do setor localizado atrás de uma das goleiras, a capacidade sobe para 57.000. O primeiro e o quarto anel terão os ingressos mais econômicos
8 – Com o crescimento do número de sócios, um estádio com pouco mais de 50 mil lugares não é andar na contra-mão?
A ocupação foi baseada em critérios técnico-científicos analisados pela consultorias contratadas, inclusive com trabalho da Fundação Getúlio Vargas, considerando principalmente comportamentos médios históricos de público. O co-irmão gaba-se de ter mais de 100 mil sócios, o dobro do Grêmio, entretanto nos últimos anos tem colocado menos público no Beira Rio do que no Olímpico.
9 – Por que não um estádio com 70, 80 mil lugares não é viável?
A ocupação definida considerou o equilíbrio econômico-financeiro da obra e da manutenção do estádio.
10 – As cadeiras do anel inferior (ou ao menos atrás dos gols) poderão ser removidas nos jogos do Grêmio? Se positivo, em quanto aumenta a capacidade?
Sim, atendendo ao reclamo da Geral do Grêmio. Com a retirada das cadeiras do setor localizado atrás de uma das goleiras, a capacidade sobe, como dito, para 57.000. Como as arquibancadas terão a inclinação máxima permitida pela FIFA, fica inviabilizada a construção de um novo anel. Porém, podem ser instaladas cadeiras removíveis em outros setores do estádio, caso seja necessário, aumentando ainda mais a capacidade. A colocação de cadeiras exige muito mais espaço do arquibancadas simples.
11 – O estádio terá, pelo seu formato, fará o som da torcida parecer mais forte?
Nem precisaria com a força da torcida do Grêmio, mas as características arquitetônicas do estádio novos favorecerão a acústica à medida a Arena será mais alta e o público ficará muito mais próximo do campo de jogo.
12 – As dimensões do gramado já estão determinadas? Serão mantidas as dimensões do Olimpico?
O campo terá as mesmas dimensões do Olímpico (68m x 105m)
13 – Que áreas serão de exclusiva utilização do Grêmio? Ex: GrêmioMania, Quadro Social, etc ficarão onde?
O Grêmio contará com 19.160,00 m2 de uso exclusivo, na Arena, independente da parceria, compreendendo vagas de estacionamento (314), vestiários, sala de entrevista, área de 2.000 m2 para loja e memorial, e 3.900 m2 para quadro social, ouvidoria, e administração do Clube.
14 – Que áreas, além das necessárias para os jogos de futebol, serão utilizadas pra aumentar a renda da Arena? Ex: restaurantes,estacionamento, auditórios, etc.
A Arena contará com um estacionamento, restaurantes, lanchonetes e outros serviços presentes nos melhores estádios do mundo.
15 – Não foi planejamento um espaço para campo suplementar para os atletas treinarem? Existe algum motivo específico para a ausência dele no projeto?
O Grêmio trabalha em estágio avançado em projeto de CT que terá sinergia com a Arena. Em breve haverá novidades importantes. Enquanto esse CT não se tornar realidade, os treinamentos serão realizados no CT de Eldorado e, segundo, o Plano Anual a ser aprovado com a participação necessária do Grêmio, treinamentos serão realizados também na Arena.
16 – Há previsão de árvores, bancos, praças ou qualquer coisa do gênero no entorno, ou o projeto é esse, somente com concreto?
A Arena cumpre os requisitos de licenciamento ambiental e está projetada para ser um estádio com preocupação ecológica, antecipando-se que haverá árvores na região do entorno.
17 – Na área do Olímpico ficará algum monumento ou memorial que resgate sua História?
Não há previsão nesse sentido.
CRONOGRAMA
1 – O Projeto ainda depende de algo do Governo?
Hoje, está em andamento o processo de obtenção das licenças e alvarás junto à prefeitura de Porto Alegre com sinalização muito positiva dado o apoio da Administração Pública da Capital ao projeto.
2 – Quais as etapas que ainda restam para a obra realmente começar?
Tramitam na Prefeitura Municipal de Porto Alegre, nos órgãos competentes, o Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU), o Estudo de Impacto Ambiental, o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) e também os Projetos Urbanísticos e Arquitetônico. A meta é obter a Licença de Instalação da obra até maio/2010. O cronograma está em dia.
3 – Quando vão ser iniciadas as obras e qual a previsão de termino para o projeto arena?
Início da obra em Junho/Julho de 2010 e conclusão em Dezembro de 2012.
4 – Essa previsão é só para o estádio ou todo o entorno também?
A previsão refere exclusivamente ao estádio que é o compromisso contratual da OAS com o Grêmio.
5 – O Grêmio tem interesse e quais as chances do Estádio sediar a Copa das Confederações em 2013?
O Grêmio jamais recusará uma competição de um porte de uma Copa das Confederações e a expectativa é que o estádio esteja pronto e em condições de abrigar jogos internacionais em 2013. O Grêmio, contudo, não erguerá a sua nova casa buscando uma Copa do Mundo ou Copa das Confederações, mas a fim de melhor servir sua torcida e atender às necessidades do moderno mercado de futebol.
6 – Há a possibilidade de Arena ficar pronta antes da vistoria final da FIFA nos para a copa de 2014 e há chances dela receber os jogos do mundial?
O Beira-Rio é o estádio selecionado pelo comitê organizador local, mas a Arena do Grêmio estará à disposição para a competição, ao menos como equipamento de apoio (treinamentos). Mesmo que não venha a sediar jogos da Copa, o torcedor gremista saberá que o seu novo estádio é o melhor de Porto Alegre.
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Amanhã publico mais uma parte da entrevista. Sugiro que enquanto isso acessem 2 excelentes blogs que falam sobre a Arena: o Grêmio Arena e o Novo Monumental.
http://colunas.globoesporte.com/minwer/2010/01/03/respostas-sobre-a-arena-parte-i/