quarta-feira, junho 25, 2008

Plantação de batatas e nabos

GRÊMIO EMPREENDIMENTOS

Raul Régis de Freitas Lima, presidente do Conselho Deliberativo do Grêmio, disse-me anteontem que está pronto o estatuto da Grêmio Empreendimentos. Não conheço seu conteúdo. O estatuto já seria de conhecimento de algumas pessoas, entre elas Paulo Odone.
Conselheiro atuante na confecção do estatuto garante que a Grêmio Empreendimentos premiará um diretor com remuneração. Esse diretor seria Paulo Odone. O presidente funcionaria como uma espécie de rainha da Inglaterra, uma figura eminente, mas quase decorativa.
Conversei com quatro conselheiros cotados para o que seria uma espécie de Conselho não remunerado de administração. Todas figuras ilustres. Mostraram-se estupefatos. De um deles: 'Não concordo com remuneração para nenhum dos integrantes da nova entidade'.

VERACIDADE

Como a informação acima chegou-me tarde da noite, tentei, sem sucesso, contato por telefone com Raul Régis para saber da sua veracidade. Mais: quem informou merece crédito e disse ainda que a votação para remunerar ou não um dirigente será tarefa dos integrantes da Grêmio Empreendimentos.

DEBATE

Poderia apostar que a votação se dará no Conselho Deliberativo do Grêmio. Este aprovará a nominata e a remuneração. Acho ainda que Raul Régis já costurou politicamente para que o estatuto seja aprovado sem mudança. De qualquer sorte, o assunto deverá provocar muito debate.
hiltor@correiodopovo.com.br
Obs. Hiltor é super bem informado. Só que publica o que informam a ele. E o que está havendo de "plantação" é uma grandeza.
Um cafezinho para quem apontar o maior plantador dos últimos tempos. O nome dele aparece, sempre, em todas as listas.
Pra azar dessa mentalidade antidemocrática, tudo tem de passar pelo Conselho Deliberativo. Por enquanto existe mera MINUTA. Um estudo.O Conselho pode mudar tudo o que quiser, aprovar, inclusve, se quiser, um texto totalmente novo.
Essas informações nos foram passadas por um Conselheiro baita conhecedor do Estatuto do Grêmio.


domingo, junho 22, 2008

Perguntinha

Quando o "tresloucado" colorado Cláudio Brito vai retratar-se?

sexta-feira, junho 20, 2008

Sim à Verdade! Sim à Cidadania! Afinal quem tem razão?

NÃO À CANALHADA!
NÃO À ROUBALHEIRA!
NÃO À CORRUPÇÃO!
ÑÃO À MENTIRA!
NÃO À DISTORÇÃO!
NÃO AO SENSACIONALISMO CORRUPTO!
SIM À LIBERDADE DE OPINIÃO E DE INFORMAÇÃO BASEADOS NA VERDADE!
SIM À DIVERGÊNCIA DE OPINIÃO BASEADA NA VERDADE!
SEMPRE TUDO BASEADO NA VERDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!
Para o debate:
O SISTEMA AGRADECE

“Os assassinos estão livres, nós não estamos”.
(Renato Russo – Teatro dos Vampiros)


Fui um dos milhões de gaúchos que ouviu, pelo canhão da rádio gaúcha, o promotor aposentado e jornalista na ativa, Cláudio Brito, repetir, por um par de horas, que o Vice-Governador Paulo Feijó gravara uma conversa que mantivera com o então Secretário da Casa Civil do RS, Cezar Busatto. Nela, insistia o promotor e jornalista, Busatto perguntava a Feijó: “Qual o teu preço?”

Naquela sexta-feira, demorei a me recompor. Ao mesmo tempo, lembrei que quem estava à frente da divulgação da denúncia era ninguém mais, ninguém menos, do que o funcionário da RBS, que no dia 12 de junho de 2007, tomou a atitude tresloucada de se insurgir, ao vivo, contra a direção da Rádio Gaúcha, durante a apresentação do programa Gaúcha 19h. Afobadamente, o jornalista na ativa pegou suas coisas e foi embora do programa, sendo substituído, interinamente, por Daniel Scola. Motivo da querela? Um pedido feito pelo diretor de jornalismo da Rádio Gaúcha, Cyro Martins, de que naquele dia todos os programas da emissora abrissem com notícias sobre o jogo entre Grêmio e Boca Junior pela Copa Libertadores da América. Resultado? Dez dias de suspensão para Cláudio Brito.

Depois de duas horas ouvindo atentamente a cobertura da Rádio Gaúcha, tinha uma só certeza: acontecesse o que acontecesse dali pra frente, dissesse o que dissesse Busatto, Cláudio Brito garantira a festa, o dia de glória do que há de mais podre na política gaúcha. Com efeito, o sistema político, seus membros mais representativos da jogatina, do enriquecimento ilícito, dos lobbies empresarial e sindical agradeceriam para sempre ao jornalista na ativa. Porque não é sempre que um butim tão suculento e do tamanho do ex-Secretário da Fazenda do RS, ex-Deputado Estadual, ex-Secretário de Coordenação Política e Governança Local de Porto Alegre, ex-Secretário da Casa Civil do RS, é oferecido como carniça por um promotor aposentado às matilhas associadas da corrupção pública e privada, saciando tamanha fome de vingança.

Passadas algumas horas, fita degravada, o tresloucado Cláudio Brito não retornou em horário nobre para corrigir tamanho erro e não se tem notícia de que tenha sido forçado a fazê-lo. Foi confrontado com o mau jornalismo no Conversas Cruzadas, da Tv Com, do mesmo dia, quando em resposta a cobrança de Busatto, ofereceu a covardia do silêncio.

Pois em nenhum momento da conversa censurada em uma hora por Feijó, Busatto pergunta qual seria seu preço para entender-se com a Governadora Yeda Crusius. Mas às 23h de uma sexta-feira, pouca gente no RS estava interessada na verdade ou ligada na televisão. Imitando as Fúrias de Dickens, muita gente passou a confundir mensalão, Detran, operação Rodin, negociatas da Varig, das teles, acidente da Tam, Clube da Cidadania e dezenas de outros escândalos promovidos pelo sistema político com o tal “preço” propagandeado por Cláudio Brito.

Não posso exigir das Fúrias a precaução da dúvida. Mas posso exigi-la de um grupo de comunicação como a RBS. Tenho dúvidas se a empresa Folha da Manhã, que edita o maior e melhor jornal do Brasil, a Folha de São Paulo, divulgaria com tanto afã uma fita da qual foi subtraída pelo “grampeador” nada mais, nada menos, do que uma hora de conversa. Afinal, o que mais disseram Busatto e Feijó? E se ao longo da conversa, Busatto, muito mais do que repetir o que é comentado nas redações, nos bares, nos intervalos dos debates nas rádios e Tvs, a respeito de financiamento eleitoral, relatasse os inúmeros mecanismos e ferramentas de controle e transparência dos gastos públicos que desenvolveu no governo do RS e na prefeitura de Porto Alegre?
Do mesmo modo, o que revela Feijó, além da preocupação com seus negócios em Punta del Este e que não mereceu uma palavra de indignação do promotor aposentado Cláudio Brito. Afinal, poderia, no mínimo, questionar esta confusão entre o público e o privado admitida pelo dublê de empresário e Vice-Governador.

Há um problema sério num quebra-cabeça onde as peças não se encaixam. Como pode um corrupto – e é essa qualificação de Busatto que Cláudio Brito vendeu para o RS e o Brasil inteiro – liderar o maior movimento de responsabilidade social do Estado, atraindo sobre si os olhos da mídia, do Ministério Público, do TCE, de dezenas de ONGS? Como pode um corrupto apresentar um projeto de Lei de Responsabilidade Social que torna impossível a vida dos políticos mentirosos e dos governantes desonestos? Como pode um corrupto criar o Observatório da Cidade de Porto Alegre, onde qualquer cidadão e qualquer cidadã podem encontrar o orçamento da cidade e sua execução, inclusive da Secretaria que ele próprio dirigia? Como pode um corrupto criar um mecanismo que dificulta a vida de entidades fantasmas no Fundo da Criança e do Adolescente em Porto Alegre? A lista é enorme!

Mas as fúrias avançaram mais ainda sobre a racionalidade de quem delas deveria estar livre. No último final de semana, o jornal Zero Hora publicou uma pesquisa sobre o que pensam os gaúchos a respeito da divulgação por Feijó da conversa gravada com o ex-Secretário da Casa Civil. Diante do contexto em que estamos afogados, o resultado foi o óbvio.

Em verdade, a pesquisa não serviu apenas como um instrumento para legitimar a atitude do Vice-Governador. Serviu, também, como um hábeas corpus para o promotor aposentado Cláudio Brito e, por extensão, para o Grupo RBS, envolvido em mais um ato tresloucado do seu funcionário. Porque se não fosse assim, os entrevistados deveriam ser convidados a responder uma outra pergunta: “você se sente seguro em opinar sobre o conteúdo de uma gravação, da qual foram cortados sessenta minutos de conversa?”.

Quanto a esses dois erros conexos, não tenho dúvidas de que o ombudsman da Folha de São Paulo exigiria uma explicação pública do Grupo Folha da Manhã e uma punição exemplar para o jornalista na ativa, atitude de uma empresa que aprendeu com as duras conseqüências da permissividade com o jornalismo marrom, exercido por alguns de seus profissionais no caso da Escola de Base em São Paulo. Frustra-me, apenas, que o Grupo RBS não tenha aprendido com o caso Bisol que, aliás, cobrou dela um alto preço, pago na justiça. O que dizer da revista Veja, então, cuja credibilidade foi esmagada pelo desfecho do caso de Ibsen Pinheiro?

Estando demonstrado que Busatto não é corrupto, que não cobrou o tal “preço” de Feijó, resta a leitura de que ele foi omisso diante do loteamento de cargos e da corrupção à sua volta, de acordo com as Fúrias que ouviram e interpretaram a fita censurada em uma hora.

Não vou me ocupar da falsa indignação de parte dos parlamentares petistas, tão bem conhecidos pela defesa que fizeram dos mensaleiros há bem pouco tempo. Como afirmei antes, não quero dialogar com as Fúrias, mas com quem deve ter responsabilidade numa hora tão decisiva para o futuro do RS.

O problema não está na divisão de cargos entre os partidos que formam uma coalizão de governo. O que devemos levar em conta é, primeiro, se há um projeto de interesse público que legitime este condomínio de “partes” e, segundo, se por trás dele não circulam moedas podres para mantê-lo coeso.

Divisão de cargos entre partidos, portanto, faz parte da arquitetura de qualquer democracia decente e, no RS, esteve presente nos governos pós-ditadura militar, desde o de Collares, passando por Britto e Olívio, até o de Yeda Crusius. Não fosse legítima esta prática, o Grupo RBS estaria em maus lençóis, se confrontado com o passado recente, pois é público e notório que apoiou com unhas e dentes o projeto de privatizações do Governo de Antônio Britto.

O segundo ponto importante a comentar é financiamento eleitoral. Em entrevista publicada ontem em ZH, Busatto afirma que: “Li à CPI texto de livro que escrevi, de 2005, no qual digo textualmente que a ocupação de cargos pelos partidos, da forma como se dá, é a porta de entrada para atividades possivelmente ilícitas, para a utilização de recursos públicos para financiamento de campanhas. Proponho a profissionalização do serviço público e mudar as formas de financiamento das campanhas. Agora, é verdade que, como chefe da Casa Civil, tenho de operar nos marcos da política vigente”.

Conheço o que Busatto pensa e a forma como age. Trabalhamos juntos há dez anos; já escrevemos três livros conjuntamente; ajudei-o a desenvolver dezenas de projetos na área da responsabilidade social e, sobretudo, ajudei-o a modificar o ambiente da política em Porto Alegre e no RS. Em relação a este último ponto as matilhas também devem estar profundamente agradecidas: retomamos a polarização na terra da degola. Sinto muito, mas Busatto não é omisso, ao contrário, sua postura tem operado transformações no sistema político gaúcho. Explico.

A convivência do novo e do antigo é matéria de longo debate filosófico. Mas há exemplos bem concretos.

Poucos têm dúvida do papel que o Grupo RBS desempenha na área da responsabilidade social corporativa. Exemplo disso é que foi uma das primeiras empresas do seu ramo a publicar o Balanço Social. Mais do que isso, através da Fundação Mauricio Sirotsky Sobrinho desenvolve projetos fundamentais na área da inclusão social. Sua campanha sobre o cuidado que devemos ter com as crianças ainda é case no Brasil e no mundo.

Diante disso, poderíamos perguntar sobre seu Código de Ética corporativo: seus anunciantes contribuem para campanhas eleitorais? Como os fiscaliza? Que garantias tem de que não contribuem com caixa dois de partidos políticos?
Mais: seus anunciantes exploram menores, estão envolvidos com pirataria, com crimes tributários ou ilícitos penais?

O que explica, por exemplo, que o jornal Zero Hora ainda mantenha em seus Cadernos Classificados anúncios de prostituição? Segundo trabalhos acadêmicos e da própria polícia, há uma conexão muito forte entre corrupção política, prostituição, prostituição infantil, pirataria e narcotráfico. Como justificar isso? Como o Grupo RBS ainda convive com o antigo? Pela lógica do promotor aposentado Cláudio Brito o nome disso seria cumplicidade e omissão e não “ético e legal”, título do seu artigo de ontem, dezesseis de junho, em ZH.

É muito provável que os anúncios de prostituição desapareçam ao longo do tempo das páginas de Zero Hora, porque este “antigo” vai sendo superado pelo conjunto de princípios, valores e práticas novos que o Grupo RBS vem desenvolvendo com a comunidade gaúcha, em especial nos últimos dez anos. Dito de outra forma, o processo de mudança e inovação faz conviver aqueles que, por seus interesses, querem que tudo fique como está, com aqueles outros que o subvertem a todo momento, conectados que estão com as mudanças que são operadas nas pessoas e na sociedade. E assim, o sistema vai sendo alterado e modernizado.

Seria um desastre se, por conta dos anúncios de prostituição e dos riscos embutidos, perdêssemos todos os meios de comunicação que a RBS nos oferece e nos quais, pessoalmente, participo ativamente e com muito orgulho.

Assim como é um desastre perdermos a capacidade e a coragem de Cézar Busatto para transformar o sistema político. Pois, parafraseando Renato Russo, da Legião Urbana, “os assassinos estão soltos... Busatto, não”. E o sistema agradece.

Plínio Zalewski
Assinante de Zero Hora
Participa como convidado dos Programas
Polêmica da Rádio Gaúcha e do Conversas Cruzadas
Da TV COM
Não temos compromisso nem com o Governo Yeda nem com Busatto nem com o PT nem com ninguém.
TEMOS COMPROMISSO COM A VERDADE!
Ouvimos "toda a parte da fita" (!) divulgada. Ouvimos a leitura da degravação lida pelo Deputado Presidente da CPI. Ouvimos o repto de Busatto aos jornalistas que apontassem tal parte. Silêncio TOTAL.
Nunca, em nenhuma parte da fita há palavras de Busatto perguntando o preço do Vice-Governador.
Com que justificativa, então, alguém diz e continua dizendo ter havido tal proposta? Só pode ser por canalhice.
Critique-se Busatto por motivos outros, mas não por ele ter dito o que não disse! Daí é uma agressão a quem tem um mínimo de inteligência e, obviamente, não é fanático!
Amanhã a mesma coisa acontecerá contigo, caro leitor!
Eu sei o quanto dói porque comigo já aconteceu. Por questões pessoalmente irrelevantes, bobajadas, mas com revolta absoluta pelo massacre da distorção do que fora afirmado. E a continuação do massacre mesmo depois de provada, IRREFUTAVELMENTE, MATERIALMENTE, a inconsistência da VERSÃO!

segunda-feira, junho 16, 2008

Chegamos ao Fundo do Poço!

Que lamentável o baixo nível intelectual dos nossos deputados. O pior é que não ficam nem constrangidos com o espetáculo deprimente apresentado ao vivo aos cidadãos.
Risinhos irônicos e pretensamente superiores como os deputados que interrogaram o ex-Secretário Martini.
A tocaia, armadilha contra a testemunha é indigna dos mais reles representante do povo. Independente de Martini ter ou não culpa no cartório. O fato é que a posição dele como das demais testemunhas (até mesmo os indiciados) tem de ser respeitada nos termos da Constituição Federal.
Ponham-se os ladrões na cadeia com a montanha de provas existentes. Mas, por favor, nos livrem de raciocínios como os seguintes:
Você foi investigado, logo é culpado.
Você teve o sigilo quebrado, logo é culpado.
Você foi chamado a depor na investigação interna, logo é culpado.
Você teve o nome citado, logo é culpado.
E, assim sucessivamente. Por favor, senhores representantes do povo. Quem sabe algumas breves "lições preliminares de direito"!!! Sem as quais ninguém pode participar de uma CPI.
Poupem-nos de tamanho CONSTRANGIMENTO!
Não sei se o Sr. Martini estava mentindo ou não. O que sei é que, com aquele jeito de "coloninho", ele deu um depoimento tecnicamente perfeito. Respondeu só a perguntas sobre fatos relativos à CPI. Quando pediam opinião ele simplesmente dizia que não lhe cabia dar opinião. Para decepção de alguns deputados trogloditas.
Pra botar os ladrões na cadeia, não há necessidade desses tristes espetáculos!

sábado, junho 14, 2008

Calma lá, gente!

A situação que mais me causa revolta, nesta vida, é a injustiça! Com qualquer pessoa. Não só comigo.
Imagine o seu nome citado em conversa entre dois inidiciados, supostos criminosos. No caso da última gravação mencionada neste blog, foram citados, p. ex., os nomes do Presidente do Grêmio, da Governadora e do marido dela.

Isso os torna criminosos ou mesmo suspeitos? É óbvio que não. Até porque os vigaristas (ver definição nas matérias do Pires) adoram mostrar influência e intimidade com o poder. Dizer que vão conversar com alguém famoso e/ou poderoso. Falam, então, com grande intimidade, nomes de quem não conhecem ou mal conhecem. Às vezes até conhecem e aumentam o cacife da vigarice, internamente no bando, dizendo que vão fazer isso ou aquilo.
No âmbito federal, nada mais vigarista do que "falei" ou "vou falar com o Lula". No plano estadual "com a Governadora".
Começa a ficar diferente quando se descreve alguma ação, comportamento ilícito do mencionado. Bom, nessa última hipótese, a investigação é inevitável.
Com todos os rigores, mas também com o equilíbrio da lei. Com o devido processo legal. Sem condenações em linchamento pela imprensa.

sexta-feira, junho 13, 2008

Esquemão qualificado, viu?

FALA, LIDERANÇA!
ESQUEMÃO QUALIFICADO
! VIU?

Fotos do evento mencionado no telefonema entre Vaz Netto e Maciel EM PALÁCIO










ESQUEMÃO QUALIFICADO

VAZ NETTO: É um esquemão qualificado, viu?
MACIEL: É?
VAZ NETTO: É. Qualificado.

Política - Gravação mostra Vaz Netto e Maciel







Política - Gravação mostra Vaz Netto e Maciel combinando esquemas e demonstrando o quanto tentavam chegar perto da Governadora.
Nada, entretanto, que permita qualquer ilação comprometedora para Yeda.
É uma questão de Justiça. Vão ter de encontrar ou mostrar coisa melhor para esse comprometimento.
Por enquanto, só mostra - e mostra bem - como esse tipo de.... procede.
Ah! E fala que Vaz Neto estava a representar o Grêmio junto com Paulo Odone. E Maciel era o Secretário Geral.
My God! Em que "mãos" está(va)(?) nosso amado Grêmio. Tem de ser Imortal mesmo, para sobreviver a isso tudo!
Escute o áudio clicando sobre o título desta matéria e, na página de ZH, sobre "ouça o áudio"

quinta-feira, junho 12, 2008

Antecipação meteorológica


Metroclima foi lançado ontem por prefeitura, Procempa, Defesa Civil, DEP e MetSul
O diretor de Comunicação da MetSul Meteorologia, que fornece a previsão do tempo para o Correio do Povo e a Rádio Guaíba, Alexandre Aguiar, destacou a enorme diversidade meteorológica da Capital. 'Além dos nossos equipamentos, contaremos com apoio de redes particulares de monitoramento. Queremos ampliar ainda mais essa rede.'

quarta-feira, junho 11, 2008

Reinventando a roda

Publicado em www.gremioacimadetudo.blogspot.com

Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Grêmio Novo agora reinventa a roda
Em manifestação no site do movimento, respondendo a questionamento de torcedores, o conselheiro do Grêmio Novo Flávio Vasconcellos afirma:
“Já com relação ao plano de Governança, Planejamento Estratégico e Métodos de Gestão, sempre foram o principal alicerçe e o diferencial do nosso MGN, diferentemente de outros grupos políticos, que no momento em que chegam as eleições, se preocupam em discutir nomes, e não projetos e nem planos de governança por um único e simples motivo: não os possuem”.

Pobre conselheiro Adalberto Preis (Movimento Grêmio Sempre). Esqueceram de tudo que ele fez, pensa e defende. Seria importante que Preis viesse a público se manifestar sobre a afirmação do conselheiro do Grêmio Novo.

Possivelmente utilizará o espaço do site do seu movimento, mas este blog se encontra franqueado para a sua manifestação. O Grêmio Novo não existia e Preis já defendia nos microfones uma gestão baseada em planejamento estratégico. Quem não se recorda das suas entrevistas no embate contra Guerreiro ? Tanto que, na primeira oportunidade que teve, nos anos de 2003 e 2004, levou à frente suas idéias.

Odone, no período eleitoral, chegava a brincar que eram os “quadradinhos do Preis”.

Ao assumir, disse em reunião do Conselho, com a presença de Preis, que entregaria as chaves do Grêmio não fossem levadas adiante aquelas idéias defendidas pelo seu opositor no processo eleitoral.

Os ‘quadradinhos’ tinham virado a tábua de salvação do clube.

Mais do que isso, Odone já afirmou que o Projeto Arena nasceu justamente a partir das idéias do planejamento estratégico.

Durante mais de um ano, conselheiros das mais variadas correntes políticas do clube – inclusive do Grêmio Acima de Tudo – participaram de dezenas e dezenas de reuniões na elaboração do Plano Estratégico do tricolor. Estiveram presentes aos encontros de trabalho quase todos os ex-presidentes gremistas, além de mais de uma centena de conselheiros.
O plano depois foi aprovado pelo Conselho Deliberativo por unanimidade, inclusive por conselheiros do Grêmio Novo.

Princípios de gestão moderna e estratégica não pertencem a nenhum movimento, mas se tornaram uma opção do clube depois que há quase cinco anos o órgão político do Grêmio (Conselho Deliberativo) aprovou o Plano Estratégico. Hoje, o modelo de gestão estratégica e de governança está institucionalizado no clube e não é exclusividade de nenhum movimento. Nem o nosso, nem o Grêmio Novo, nem ninguém.

Pena que não tem merecido a implementação que deveria, apesar do Grêmio Novo ocupar a Vice-Presidência de Planejamento há quase 4 anos. Já a defesa deste modelo é feita em maior ou menor grau por diferentes correntes políticos. Saudável e digno de cumprimento que os jovens do Grêmio Novo batalhem por este pensamento de gestão estratégica com princípios de governança, mas não estão sozinhos não. Dizem possuir projetos e planos nesse sentido, mas não divulgaram.

Ontem defendemos aqui a justiça histórica que deveria ser feita ao Movimento Grêmio Imortal, liderado por Cacalo, Hoje, a defesa por uma justiça histórica é do Movimento Grêmio Sempre, capitaneado pelos conselheiros Irany de Oliveira Sant'anna Júnior e Adalberto Preis. Irany há anos vem falando em governança. Preis, igualmente. Os folhetos de sua campanha à presidência do Conselho Deliberativo ao lado de Mauro Knijnik trazia justamente as expressãoes “governança” e “gestão moderna estratégica”.

Faz tanto tempo que o Conselho já é outro e com novo comando. São inúmeros os textos publicados no site do movimento Grêmio Sempre sobre gestão estratégica e governança. Este grupo de gremistas defende a implementação do Plano Estratégico aprovado assim como sua atulização.

E o Grêmio Novo ?
Fala possuir planos e projetos nestas área de gestão, mas o site do movimento não mostra nada. Discurso apenas ? Pior. Anunciam planos e projetos revolucionários de gestão, mas por que não os implementam agora se têm a oportunidade. Há quase quatro anos ocupam a Vice-Presidência de Planejamento ?
Há muito cheiro é de discurso no ar.
Meus jovens, não reiventem a roda. Primeiro, porque ela já foi inventada.

Finalmente, ela não pode ter um único dono.

Dicas do Pires

Naquele tempo, à vista de certos comportamentos, o Dicionário Aurélio Século XXI esclareceu bem o sentido das palavras definidoras:

Mau-caráter
S. m. 1. Pessoa de má índole, velhaca, de mau caráter: &
[Pl.: maus-caracteres.]
Plagiador
(ô). [De plagiar + -dor.]
S. m. 1. Plagiário.
[De plágio + -ar2.]
V. t. d. 1. Assinar ou apresentar como seu (obra artística ou científica de outrem). 2. Imitar (trabalho alheio):
Mentiroso
(ô). [De mentira + -oso.]Adj.
1. Que mente. [Sin., pop. e fam., e muitos deles bras.: chico, faveiro, loroteiro, maranhoso, marombado, pabola, patranheiro, pomadista, potoqueiro, potoquista, pregador.] 2. Oposto à verdade; falso. 3. Que não é o que parece ser; enganoso: &
S. m. 4. Aquele que mente. [Sin. pop. ou fam., e muitos deles bras.: baloeiro, bandoleiro, chico, patranheiro, pomadista, potoqueiro, potoquista, loroteiro, faveiro, gandavo, pabola, pregador.]
[Pl.: mentirosos (ó).]
Velhaco
[Do esp. bellaco.]
Adj. 1. Que ludibria de propósito ou por má índole. 2. Que é traiçoeiro ou fraudulento; patife, ordinário.
S. m. 5. Indivíduo velhaco.
[Aum., nesta acepç.: velhacão, velhacaz, velhacório; aum. ger.: velhacaço; dim. irreg. ger.: velhaquete.]
Desonesto
[De des- + honesto.]
Adj. 1. Que não tem honestidade. 2. Indigno, torpe, desprezível. 3. Impudico, devasso.
S. m. 4. Indivíduo desonesto.
Patife
[De or. obscura.]Adj. S. m. 1. Desavergonhado, descarado, insolente. 2. Tratante, velhaco, maroto. 3. Bras. Tímido, fraco, pusilânime, covarde.
[Fem.: patifa.]
Noviço
[Do lat. noviciu.]
S. m. (...) 2. Fig. Aprendiz, principiante.
Adj. 3. Inexperiente, bisonho, novato.
Safado
[Part. de safar.]
Adj. 1. Gasto ou deteriorado pelo uso; apagado: 2 2. Pop. Desavergonhado, descarado, cínico, impudente. 3. Bras. Pornográfico, imoral. 4. Bras. RJ S. Gír. Encolerizado, indignado, danado; danado da vida; safado da vida: 2 5. Bras. RJ S. Travesso, traquinas, turbulento.

Dicas do Pires

Naquele tempo, dizia o Dicionário Aurélio Século XXI esclarecendo o significado das palavras:

Vigarista

[De (conto-do-)vigário + -ista.]
S. 2 g. 1. Ladrão ou ladra que passa o conto-do-vigário. [Sin. (bras., gír.): cantante.] 2. P. ext. Velhaco, intrujão, trapaceiro. [Sin. (bras., MG): vigário.] S. f. 3. Bras. Meretriz.

Corrupto

[Do lat. corruptu.]
Adj. 1. Que sofreu corrupção; podre, estragado, infectado. 2. Devasso, depravado. 3. V. corruptível (2): 2 4. Errado, viciado (tratando-se de linguagem).
[Var.: corruto; sin. ger.: corrompido. ]

Estelionatário
[De estelionato + -ário.]
S. m. 1. Autor de estelionato.
[Do lat. stellionatu.]

S. m. 1. Ato de obter, para si ou para outrem, vantagem patrimonial ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo em erro alguém mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.

Ladrão

[Do lat. latrone.]
Adj. 1. Que furta; ladro. 2. P. ext. Que resulta de roubo, de furto:
S. m. 3. Aquele que furta ou rouba; gatuno, ladro, larápio, rato, amigo do alheio. [Fem.: ladra, ladrona, ladroa; aum.: ladravaz, ladravão, ladroaço, ladronaço.] 4. Fig. Homem sem consciência; biltre.

Prevaricar
[Do lat. *praevaricare, por praevaricari.]
V. int.
1. Faltar ao dever: 2 2. Faltar, por interesse ou por má fé, aos deveres do seu cargo, do seu ministério: 2 3. Torcer a justiça: 2 4. Agir ou proceder mal; incorrer em falta; errar: 2 5. Cometer o crime de prevaricação (2): 2 6. Perpetrar adultério: & V. t. i. 7. Faltar (aos seus deveres): 2 V. t. d. 8. Corromper, perverter:

domingo, junho 08, 2008

A eleição que Preis não podia ganhar

Leia a lista dos beneficiários de verbas do Detran/Fenaseg (Fonte: VideVersus).

Inocentes e ingênuos gremistas que ousaram desafiar os políticos profissionais.

sábado, junho 07, 2008

Assalto à mão gravada

O gravador é um intruso indesejável e destruidor da intimidade de uma conversa. Ele não se compatibiliza com receber uma pessoa, oferecer-lhe um cafezinho, apertar-lhe a mão depois de longa conversa - e ir oferecer logo em seguida à oposição e à imprensa o teor do que foi conversado.
Foi muito feio.
Paulo Sant´Ana

sexta-feira, junho 06, 2008

Escute o funk "Fala Liderança"

Muito bom !! Não deixe de escutar !!!

POR TELEFONE EU NÃO ENTENDO

- Eu cobrei: um milhão e meio. Tá?
Eu cobrei: um milhão e meio. Tá?
- Realmente eu não sei do que você está falando.
- Duzentos e cinquenta mil pra ti...
-Por telefone eu não entendo...

- FALA LIDERANÇA!

quarta-feira, junho 04, 2008

Jardel


O ENCONTRO

Depois de participar, ontem, do programa 'Plantão Esportivo', da Rádio Guaíba, o atacante Jardel foi ao Sulina Grill. Lá encontrou vários conselheiros, atuais e ex-dirigentes do Grêmio, numa reunião que solidificou o frentão Grêmio Sempre, Grêmio Unido e Grêmio Imortal para a eleição presidencial. Jardel foi ovacionado e ouviu discursos emocionados. O primeiro dia do atacante em Porto Alegre foi de herói. Hoje, na Esef/Ufrgs, ele começa um tratamento para recuperação física.
Hiltor Mombach

domingo, junho 01, 2008

Dicas do Pires

Oppenheimer disse: O gênio sabe a resposta antes da pergunta.
do filme "mente brilhante"